segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
CONVITE
Todos somos convidados a participar da ceia do Senhor!
Tem lugar à mesa!
Pra que ficar comendo restos que o mundo oferece?
CONVIDO VOCE E SUA FAMILIA PARA PARTICIPAR:
DE 5 DE OUTUBRO A 30 DE NOVEMBRO.
"""NOVENA DAS MÃOS ENSANGUENTADAS DE JESUS"""
GRUPO DE ORAÇÃO INSTRUMENTOS DA PAZ
IGREJA SANTO ANTONIO
ARAPONGAS/PARANÁ
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Nossa senhora Rainha...
Nossa Senhora Rainha
Comemoração litúrgica - 22 de agosto. Também nesta data: Santos Vicente de Paulo, Benício, Fabriciano e André Fiésole
Nossa Senhora, verdadeira Mãe de Jesus Cristo, Rei do Universo, é invocada hoje com o título de Rainha do Céu e da Terra. Antigamente a festa da realeza de Nossa Senhora era celebrada no dia 31 de maio.
A liturgia sagrada já invoca a Mãe de Deus com os títulos de Rainha dos Anjos, dos Patriarcas, dos Profetas, dos Apóstolos, dos Mártires, dos Confessores, das Virgens, de todos os Santos, Rainha Imaculada, Rainha do Santíssimo Rosário, Rainha da Paz e Rainha Assunta ao Céu.
Este título de Rainha exprime então o pensamento de a Santíssima Virgem se avantajar a todas as ordens de santidade e de virtude, Rainha dos meios que levam a Jesus Cristo, e de que, sendo Rainha assunta ao Céu, já era sobre a terra, isto é, Rainha reconhecida pela terra e pelo céu como sendo a criatura mais perfeita e mais avantajada em toda a santidade e semelhança de Deus Criador!
Mas, quando falamos no título da Realeza de Maria Santíssima, trata-se da Realeza que Lhe cabe por direito como Soberana, deduzida das suas relações com Jesus Cristo, Rei por direito de tudo o criado, visível e invisível, no céu e na terra.
Efetivamente as prerrogativas de Jesus Cristo tem todas os seus reflexos na Santíssima Virgem, Sua Mãe admirável: Assim Jesus Cristo é o Autor da graça, e Sua Mãe é a dispenseira e intercessora de todas as graças; Jesus Cristo está unido à Santíssima Virgem pelas suas relações de Filho e nós, corpo místico de Jesus Cristo, estamos também unidos a Sua Mãe pelas relações que Ela tem conosco como Mãe dos homens. E assim, pelo reflexo da Realeza de Jesus Cristo, seu filho, Ela é Rainha do céu e da terra, dos Anjos e dos homens, das famílias e dos corações, dos justos e dos pecadores que, na Sua Misericórdia real, encontram perdão e refúgio.
Oh! Se os homens aceitassem, de verdade prática, a Realeza da Santíssima virgem, em todas as nações, em todos os Lares e realmente pelo seu governo maternal regulassem os interesses deste mundo material, buscando primeiro que tudo o Reino de Deus, o Reino de Maria Santíssima, obedecendo aos seus ditames e conselhos Reais, como depressa se mudaria a face da terra!
Todas as heresias foram, em todos os tempos, vencidas pelo cetro da Santíssima Mãe de Deus. Nesses nossos tempos, tão conturbados pelas sumas das heresias, os homens debatem-se numa pavorosa luta em que vemos e apalpamos, da maneira mais trágica, serem insuficientes os meios humanos para restabelecer a paz na sociedade humana! De resto, demasiado puderam os homens a sua confiança nos sistemas sociais, nos meios do progresso científico, no poder das armas de destruição, no terrorismo, e tudo isso só serviu para o mundo assistir agora desorientado à maldição profetizada aos homens que põem a sua confiança nos homens, afastando-se de Deus e da ordem sobrenatural da graça!
Maria Santíssima, Rainha do Céu e da terra, foi sempre a vencedora de todas as batalhas de Deus: Voltem-se os governantes do mundo para Ela e o Seu cetro fará triunfar a causa do bem, com o triunfo da Igreja e do Reino de Deus!
ENCÍCLICA DO PAPA PIO XII SOBRE A FESTA DE NOSSA SENHORA RAINHA
O Papa pio XII, em encíclica dirigida aos membros do episcopado a respeito da Realeza de Maria, recorda que o povo cristão sempre se dirigiu à Rainha do céu nas circunstâncias felizes e sobretudo nos períodos graves da história da Igreja.
Antes de anunciar a sua decisão de instituir a festa litúrgica da “Santa Virgem Maria Rainha”, assinalou o Papa: “Não queremos propor com isso ao povo cristão uma nova verdade e acreditar, porque o próprio título e os argumentos que justificam a dignidade real de Maria já foram abundantemente formulados em todos os tempos e encontram nos documentos antigos da Igreja e nos livros litúrgicos. Tencionamos apenas chamá-lo com esta encíclica a renovar os louvores à nossa Mãe do céu, para reanimar em todos os espíritos uma devoção mais ardente e contribuir assim para o seu bem espiritual”
Pio XII cita em seguida as palavras dos doutores e santos que desde a origem do Novo testamento até os nossos dias salientaram o caráter soberano, real, da Mãe de Deus, co-redentora: Santo Efrem, São Gregório de Naziano, Orígenes, Epifânio, Bispo de Constantinopla, São Germano, São João Damasceno, até Santo Afonso Maria de Ligório.
Acentua o Santo Padre que o povo cristão através das idades, tanto no oriente quanto no ocidente, nas mais diversas liturgias, cantou os louvores de Maria, Rainha dos Céus.
“A iconografia, disse o Papa, para traduzir a dignidade real da bem-aventurada Virgem Maria, enriqueceu-se em todas as épocas com obras de arte do maior valor. Ela chegou mesmo a representar o divino Redentor cingindo a fronte de sua Mãe com uma coroa refulgente”.
Na última parte do documento o Papa declara que tendo adquirido, após longas e maduras reflexões, a convicção de que decorrerão para a Igreja grandes vantagens dessa verdade solidamente demonstrada”, decreta e institui a festa de Maria Rainha, e ordena que nesse dia se renove a consagração do gênero humano do Coração Imaculado na Bem-Aventurada Virgem Maria “porque nessa consagração repousa uma viva esperança de ver surgir uma era de felicidade que a paz cristã e o triunfo da religião alegrarão”.
* * * * * * * * *
Títulos de Nossa Senhora
* Referências bibliográficas:
- Na luz Perpétua, 5ª. ed., Pe. João Batista Lehmann, Editora Lar Católico - Juiz de Fora - Minas Gerais, 1959.
http://www.paginaoriente.com/titulos/nsrainha2208.htm
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
ENCONTREI NO FACEBOOK.
UMA COROA DE DOZE ESTRELAS
No princípio sou anunciada como a inimiga de Satanás, aquela que obterá sobre ele a completa vitória.
Porei inimizade entre ti e a Mulher, entre a tua descendência e a dela. Ela te esmagará a cabeça, enquanto tu tentarás morder o seu calcanhar.
No fim, sou vista como a Mulher revestida de sol, que tem a missão de combater contra o dragão vermelho e o seu poderoso exército, para vencê-lo, para amarrá-lo e precipitá-lo no seu reino de morte, para que no mundo possa reinar somente Cristo.
Eis-Me então apresentada pela Sagrada Escritura no fulgor da minha materna realeza.
E um outro sinal aparece no céu: uma Mulher vestida de sol, com uma lua a seus pés e sobre a cabeça uma uma coroa de doze estrelas.
Em torno da minha cabeça há portanto uma coroa de doze estrelas.
A coroa é o sinal da realeza.
As doze estrelas indicam as doze tribos de Israel, que formam o povo eleito, escolhido e chamado pelo Senhor para preparar a vinda ao mundo do Filho de Deus e do Redentor.
Porque Eu sou chamada a tornar-Me a Mãe do Messias, o meu desígnio é o de ser o cumprimento das promessas, o gérmen virginal, a honra e a glória de todo o povo de Israel.
De facto a Igreja me exalta com estas palavras: Tu és a glória de Jerusalém; Tu a alegria de Israel; Tu a honra do nosso povo.
Por isto as tribos de Israel formam doze pedras preciosas do diadema que circunda a minha cabeça, para indicar a função da minha realeza materna.
As doze estrelas significam também os doze Apóstolos, que são o fundamento sobre o qual Cristo fundou a sua Igreja.
Encontrei-Me frequentemente com eles, para encorajá-los a seguirem e crerem em Jesus, durante os três anos da sua missão pública.
Com eles participei da alegria da sua Ressurreição; junto a eles, recolhidos em oração, assisti ao glorioso momento do Pentecostes.
Durante a minha existência terrena permaneci junto deles com a minha oração e a minha presença materna, para ajudá-los, formá-los, encorajá-los e sustentá-los a beber o cálice que lhes fora preparado pelo Pai Celeste.
Assim sou a Mãe e Rainha dos Apóstolos que, em torno da minha cabeça, formam doze estrelas luminosas da minha realeza materna.
Sou a Mãe e Rainha de toda a Igreja.
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UMA COROA DE DOZE ESTRELAS
No princípio sou anunciada como a inimiga de Satanás, aquela que obterá sobre ele a completa vitória.
Porei inimizade entre ti e a Mulher, entre a tua descendência e a dela. Ela te esmagará a cabeça, enquanto tu tentarás morder o seu calcanhar.
No fim, sou vista como a Mulher revestida de sol, que tem a missão de combater contra o dragão vermelho e o seu poderoso exército, para vencê-lo, para amarrá-lo e precipitá-lo no seu reino de morte, para que no mundo possa reinar somente Cristo.
Eis-Me então apresentada pela Sagrada Escritura no fulgor da minha materna realeza.
E um outro sinal aparece no céu: uma Mulher vestida de sol, com uma lua a seus pés e sobre a cabeça uma uma coroa de doze estrelas.
Em torno da minha cabeça há portanto uma coroa de doze estrelas.
A coroa é o sinal da realeza.
As doze estrelas indicam as doze tribos de Israel, que formam o povo eleito, escolhido e chamado pelo Senhor para preparar a vinda ao mundo do Filho de Deus e do Redentor.
Porque Eu sou chamada a tornar-Me a Mãe do Messias, o meu desígnio é o de ser o cumprimento das promessas, o gérmen virginal, a honra e a glória de todo o povo de Israel.
De facto a Igreja me exalta com estas palavras: Tu és a glória de Jerusalém; Tu a alegria de Israel; Tu a honra do nosso povo.
Por isto as tribos de Israel formam doze pedras preciosas do diadema que circunda a minha cabeça, para indicar a função da minha realeza materna.
As doze estrelas significam também os doze Apóstolos, que são o fundamento sobre o qual Cristo fundou a sua Igreja.
Encontrei-Me frequentemente com eles, para encorajá-los a seguirem e crerem em Jesus, durante os três anos da sua missão pública.
Com eles participei da alegria da sua Ressurreição; junto a eles, recolhidos em oração, assisti ao glorioso momento do Pentecostes.
Durante a minha existência terrena permaneci junto deles com a minha oração e a minha presença materna, para ajudá-los, formá-los, encorajá-los e sustentá-los a beber o cálice que lhes fora preparado pelo Pai Celeste.
Assim sou a Mãe e Rainha dos Apóstolos que, em torno da minha cabeça, formam doze estrelas luminosas da minha realeza materna.
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