História e Simbolismo da Devoção a Nossa Senhora da Achiropita
Em 580 D.C., o capitão Maurício, desviado pelos ventos, chegou a uma aldeia calabresa, na Itália. O monge Éfrem foi-lhe ao encontro e lhe disse: "Não foram os ventos que te conduziram para cá, mas Nossa Senhora, para que tu - uma vez Imperador - lhe construas um templo".
Em 582, Maurício tornou-se de fato Imperador e, cedendo à insistência do monge, decretou a construção do Santuário, que bem depressa chegou ao término. Um fato estranho chamou a atenção da comunidade. A imagem de Nossa Senhora que era pintada durante o dia, de noite desaparecia da parede.
Uma noite, de improviso, apareceu uma belíssima senhora que falou com o vigia e pediu para entrar no santuário. E como ela demorasse para sair, preocupado, ele entrou e não encontrou mais aquela senhora, mas viu que estava pintada no fundo da parede interna do templo, uma imagem lindíssima de Nossa Senhora. Ao saber disso, o povo acorreu àquele local e, entre lágrimas e cantos, aclamava: Achiropita! Achiropita!... O que significa: imagem não pintada pela mão do homem.
Seja lenda ou história, o fato é que desde o século doze, em Rossano Cálabro, esta devoção passou a ser oficialmente celebrada no dia 15 de agosto. Até hoje, no mundo inteiro, há somente duas igrejas dedicadas a Nossa Senhora Achiropita: uma na Itália, que atualmente é catedral; a outra é a Paróquia de Nossa Senhora Achiropita, no bairro Bela Vista (Bixiga), em São Paulo.
As bochechas são cheinhas e levemente rosadas. Os dedos roliços seguram uma criança que em tudo se parece com a mãe.
O rosto tem uma tonalidade escura, queimado pelo sol. Dona Ophélia sabe: a imagem é de uma mulher tipicamente calabresa. "Toda italiana é meio gordinha, tudo mangia macarroni". As vestes são fartas. Mãe e criança portam coroas douradas e brincos de brilhante. "Não importa com que roupa esteja vestida, a calabresa sempre está com um brinco", conta Antonieta.
A devoção a Nossa Senhora deve despertar no coração dos fiéis o amor filial a Maria, mãe de Jesus, o filho de Deus. Os vários títulos que ela recebeu são devidos aos lugares onde apareceu, ou aos pedidos particulares que Ela fez. Deus escolheu Maria para ser mãe do seu filho Jesus. Por ela ser Cheia de Graça, nenhum artista jamais conseguirá retratar numa tela sua beleza interior.
ORAÇÃO
Nossa Senhora de Achiropita
Virgem Santíssima, Mãe de Deus e nossa Mãe Achiropita, volvei o vosso olhar piedoso para nós e para as nossas famílias. Através dos séculos, pelos milagres e pelas aparições, mostrastes ser Medianeira perene de graças. Tende compaixão das dificuldades em que nos encontramos e das tristezas que amarguram a nossa vida. Vós, coroada Rainha, à direita do Vosso Filho, cheia de glória imortal, podeis auxiliar-nos. Tudo o que está em nós e em volta de nós, receba as vossas bênçãos maternais. Ó Rainha Achiropita, prometemos dedicar-vos toda a nossa vida para a honra do vosso culto e a serviço de nossos irmãos. Solicitamos de vossa maternal bondade os auxílios em nossas necessidades e a graça de viver sob a vossa constante proteção, consolados em nossas aflições e livres das presentes angústias. Com confiança podemos repetir que, não recorre a vós inutilmente aquele que Vos invoca sob o título de "Achiropita". Amém.
ROSE PESQUISOU/http://www.achiropita.org.br/historiaSanta.htm
segunda-feira, 3 de maio de 2010
NOSSA SENHORA DA ACHIROPITA
História e Simbolismo da Devoção a Nossa Senhora da Achiropita
Em 580 D.C., o capitão Maurício, desviado pelos ventos, chegou a uma aldeia calabresa, na Itália. O monge Éfrem foi-lhe ao encontro e lhe disse: "Não foram os ventos que te conduziram para cá, mas Nossa Senhora, para que tu - uma vez Imperador - lhe construas um templo".
Em 582, Maurício tornou-se de fato Imperador e, cedendo à insistência do monge, decretou a construção do Santuário, que bem depressa chegou ao término. Um fato estranho chamou a atenção da comunidade. A imagem de Nossa Senhora que era pintada durante o dia, de noite desaparecia da parede.
Uma noite, de improviso, apareceu uma belíssima senhora que falou com o vigia e pediu para entrar no santuário. E como ela demorasse para sair, preocupado, ele entrou e não encontrou mais aquela senhora, mas viu que estava pintada no fundo da parede interna do templo, uma imagem lindíssima de Nossa Senhora. Ao saber disso, o povo acorreu àquele local e, entre lágrimas e cantos, aclamava: Achiropita! Achiropita!... O que significa: imagem não pintada pela mão do homem.
Seja lenda ou história, o fato é que desde o século doze, em Rossano Cálabro, esta devoção passou a ser oficialmente celebrada no dia 15 de agosto. Até hoje, no mundo inteiro, há somente duas igrejas dedicadas a Nossa Senhora Achiropita: uma na Itália, que atualmente é catedral; a outra é a Paróquia de Nossa Senhora Achiropita, no bairro Bela Vista (Bixiga), em São Paulo.
As bochechas são cheinhas e levemente rosadas. Os dedos roliços seguram uma criança que em tudo se parece com a mãe.
O rosto tem uma tonalidade escura, queimado pelo sol. Dona Ophélia sabe: a imagem é de uma mulher tipicamente calabresa. "Toda italiana é meio gordinha, tudo mangia macarroni". As vestes são fartas. Mãe e criança portam coroas douradas e brincos de brilhante. "Não importa com que roupa esteja vestida, a calabresa sempre está com um brinco", conta Antonieta.
A devoção a Nossa Senhora deve despertar no coração dos fiéis o amor filial a Maria, mãe de Jesus, o filho de Deus. Os vários títulos que ela recebeu são devidos aos lugares onde apareceu, ou aos pedidos particulares que Ela fez. Deus escolheu Maria para ser mãe do seu filho Jesus. Por ela ser Cheia de Graça, nenhum artista jamais conseguirá retratar numa tela sua beleza interior.
ORAÇÃO
Nossa Senhora de Achiropita
Virgem Santíssima, Mãe de Deus e nossa Mãe Achiropita, volvei o vosso olhar piedoso para nós e para as nossas famílias. Através dos séculos, pelos milagres e pelas aparições, mostrastes ser Medianeira perene de graças. Tende compaixão das dificuldades em que nos encontramos e das tristezas que amarguram a nossa vida. Vós, coroada Rainha, à direita do Vosso Filho, cheia de glória imortal, podeis auxiliar-nos. Tudo o que está em nós e em volta de nós, receba as vossas bênçãos maternais. Ó Rainha Achiropita, prometemos dedicar-vos toda a nossa vida para a honra do vosso culto e a serviço de nossos irmãos. Solicitamos de vossa maternal bondade os auxílios em nossas necessidades e a graça de viver sob a vossa constante proteção, consolados em nossas aflições e livres das presentes angústias. Com confiança podemos repetir que, não recorre a vós inutilmente aquele que Vos invoca sob o título de "Achiropita". Amém.
ROSE PESQUISOU/http://www.achiropita.org.br/historiaSanta.htm
ORAÇÃO/MÃE DO DIVINO AMOR
Oração a Nossa Senhora do Divino Amor
Ó Maria, Virgem Imaculada, mãe de Deus e nossa, ó Mãe do Divino Amor, a ti elevamos as nossas suplicas esperando alcançar as graças que necessitamos.
Tu que mereceste a saudação: "Chela de graça", tudo nos podes alcançar. Simo, ó Maria, realmente és cheia de graça, porque o Espirito Santo, teu celestial Esposo, com seu Divino Amor, abriu em ti a sua morada: desde o momento da concepção preservou-te de toda culpa e te conservou imaculada. De novo retornou a ti no dia da Anunciaço, fazendo de ti a Mãe; no dia de Pentecoste, pousou sobre ti com seus sete dons e te fez guardiã e fonte das divinas graças.
Elia pois, ó doce Mãe do Divino Amor, as nossas suplicas: concede a paz ao mundo, faz tiunfar o teu amor, protege o Papa, reune na unidade perfeita todos os cristaos, ilumina com a luz do Evangelho todos os que ainda não crèem, converte os pecadores, dà-nos a coragem do arrependimento constante e força para vencer as tentações, ilumina a nossa mente para seguirmos sempre o caminho do bem, e finalmente, quando Deus nos chamar abrenos as portas dio céu.
E enquanto gememos e choramos neste vale de lágrimas, soccorre-nos em nossas necessidades e conserva em nós o amor diante dos inevitáeis sofrimentos da vida. Cura ó Mãe das graça as nossas enfermidas. Concede a saùde aos teus devotos, liberta ó Maria, das penas do purgatório os fiéis defuntos, especialmente os que foram recomendados às arações do Santuário e as vítimas das guerras. Olha com materna bondade e protege as obras do Divino Amor. E a nós, teus filhos, concede-nos ó doce Mãe louvar-te sempre.
AMÉM.
MÃE DO DIVINO AMOR.
A Padroeira de Roma
Valdis Grinsteins
Nossa Senhora do Divino Amor, celeste protetora da capital da Cristandade
Muito poucos, ao passear pelas ruas de Roma, estão cientes de que todas aquelas maravilhosas igrejas, suntuosas edificações, fontes, ruas e praças correram o risco de serem varridas do mapa, devido a bombardeios e combates durante a Segunda Guerra Mundial. Afirma-se que se deve a uma promessa feita pelo Papa Pio XII a Nossa Senhora do Divino Amor o fato de a Cidade Eterna ter sido preservada desse desastre.
Com efeito, o referido Pontífice, nascido numa família da nobreza romana, prometeu que, se a cidade fosse poupada das destruições e horrores da guerra, promoveria sua renovação moral, faria uma obra de beneficência e construiria um santuário para a imagem de Nossa Senhora do Divino Amor.
As tropas americanas encontravam-se às portas de Roma. Seguindo ordens loucas de Hitler, o exército alemão deveria resistir sem ceder um metro de terreno, o que significaria um combate casa por casa e a destruição da cidade, bem como um morticínio inimaginável.
A imagem havia sido trasladada à igreja de Santo Inácio de Loyola, no centro da cidade. Milhares de romanos foram rezar e comungar nesse templo, implorando proteção à Mãe de Deus. O Papa Pio XII ordenou a leitura da promessa feita, e, para surpresa geral, menos de duas horas após o Santo Padre ter feito a promessa, as tropas alemãs retiravam-se sem combate.
Tal fato, considerado inusitado, foi noticiado pelo "L'Osservatore Romano" de 12-13/junho/1944, nos seguintes termos: "Claríssimo o prodígio, e tanto mais surpreendente quanto as circunstâncias humanas pareciam opostas; parecia impossível".
Nossa Senhora do Divino Amor, é presumível, usou de misericórdia e poupou a Cidade Eterna, verdadeira jóia-símbolo da civilização católica.
A primeira graça concedida pela Virgem do Amor Divino
A "Madonna" dos Peregrinos
Voltemos atrás no tempo. Corria o ano de 1740.
Um dos numerosos peregrinos que se dirigiram ao túmulo de São Pedro encontrava-se perdido no meio do campo, a uns 12 quilômetros de seu objetivo, quando avistou um castelo e poucas casas. Dirigiu-se a essas edificações, na esperança de obter informações seguras. Mas, ao aproximar-se delas, foi atacado por uma matilha de cães. Em tão iminente perigo, viu no alto da torre do castelo uma imagem de Nossa Senhora com o Menino Jesus em seus braços, e gritou: "Minha Senhora, salvai-me!" No mesmo instante os cachorros, como que obedecendo a uma ordem, estacaram e ficaram mansos.
Tal imagem era conhecida como do Divino Amor. A notícia do fato correu toda a região, e as pessoas começaram a visitar o local do prodígio. Nasceram assim as peregrinações, que se mantêm até hoje. Mas, à diferença de outras peregrinações que são realizadas uma vez ao ano, esta ocorre todos os sábados, desde Pentecostes até o outono. Os peregrinos saem à meia-noite da Praça Porta Capena (perto do Circo Máximo, local onde morreu a maioria dos primeiros mártires).
Nos sábados dessa época do ano reúnem-se muitos peregrinos, chegando por vezes a 3 mil, para realizar essa caminhada penitencial, percorrendo 14,5 quilômetros em cerca de cinco horas. Uma porcentagem bem significativa deles é composta por jovens, embora pessoas bem idosas também façam tal percurso.
Encerramento do mês de maio junto à Torre do Primeiro Milagre e o muro do Castelo de Leva
Uma peregrinação à moda tradicional
Engana-se quem pense que, para atrair jovens hoje em dia a uma peregrinação, deve-se tocar música rock ou promover brincadeiras. Não. A caminhada realiza-se nos moldes tradicionais. É dirigida por um sacerdote que entoa cânticos religiosos tradicionais, reza o Rosário e ladainhas diversas.
Logo no início, o sacerdote adverte: "Quem quiser conversar, que vá para o fim da peregrinação. Há pessoas aqui com câncer, outros têm parentes doentes, pelos quais oferecem esta penitência. Não é, portanto, um passeio! Se alguém não tiver nenhuma intenção a oferecer a Nossa Senhora, que se lembre das abominações que aparecem nas TVs, e que nem animais praticam!"
A peregrinação dirige-se então rumo à Via Apia Antica, onde o sacerdote avisa: "Caminhamos pelas mesmas vias nas quais antigamente podem ter caminhado os Apóstolos São Pedro e São Paulo". De fato, lemos nos Atos dos Apóstolos (At 28, 14-15) que os católicos de Roma, ouvindo falar da chegada de São Paulo, saíram até o Foro de Apio para recebê-lo.
Comentários piedosos são feitos também quando os peregrinos passam pela catacumba de São Calixto ou pela capelinha do Quo Vadis. Registra a tradição que, ao se desencadear a perseguição em Roma, o Apóstolo São Pedro fugiu da cidade, mas deparou-se com Nosso Senhor que caminhava na direção de Roma. Perguntou então o Apóstolo: "Domine, quo vadis?" (Senhor, aonde vais?). "Vou a Roma para ser crucificado outra vez", respondeu Nosso Senhor.
Entendeu São Pedro que deveria regressar à cidade. E de fato, foi ele mesmo crucificado de cabeça para baixo, na colina Vaticana, onde se ergue hoje a imponente Basílica de São Pedro.
Continua nossa peregrinação
Ao passar diante de um hospital, o sacerdote lembra: "Rezemos por aqueles que aqui estão sofrendo".
Mais adiante, diz: "Não joguem as velas no chão. Que os outros vejam que os católicos somos limpos e ordenados". E assim, em meio a orações e exortações, vai avançando a peregrinação. Impressiona ver pessoas que fazem todo o caminho descalças. Para alguns, isto parece não pesar, mas para outros vê-se que é um sacrifício não pequeno.
Chega-se ao santuário por volta das cinco horas da madrugada, sendo que este abre suas portas às seis. Muitos peregrinos aproximam-se dos vitrais, através dos quais pode-se ver a Padroeira de Roma; aí ficam contemplando e rezando. Quanta diferença entre esta e certas "peregrinações" ou "romarias", que infelizmente se transformaram em passeatas políticas reivindicatórias.
As peregrinações passaram por altos e baixos. Após um século elas começaram a decair, devido a terem tomado conta do lugar vendedores de todo tipo, que o transformaram num ambiente de festa. Até 1930, aproximadamente, o santuário se tornara verdadeira ruína, uma zona invadida por ladrões e ratos. Mas a Providência Divina velava por tal lugar sagrado, e suscitou um pároco zeloso que o reergueu. Hoje ele é visitado por quase dois milhões de peregrinos anualmente.
Esperamos que, com as bênçãos e os auxílios de Nossa Senhora do Divino Amor, se mantenha o autêntico espírito católico em tais peregrinações. E que esse espírito vivifique também as peregrinações em nosso País, muitas das quais, lamentavelmente, não são realizadas à moda tradicional.
Bibliografia:
Fabrizio Contessa, Madonna del Divino Amore, Ed. Paulinas, Milão, 1998.
PESQUISADO POR ROSE///www.catolicismo.com.br 
sábado, 1 de maio de 2010
nossa senhora D'ajuda
Nossa Senhora d´ Ajuda
Ó Mãe Santíssima D´Ajuda, Virgem Pura e Imaculada, ouvi como especial advogada os nossos clamores. Mostrai-nos o vosso poder profundo; o céu e a terra, o mundo inteiro vos venera, até o inferno a vós se rende, ó Senhora! Procuramos o vosso abrigo como filhos miseráveis, pois são mais admiráveis os vossos prodígios. Queremos, Senhora, Seguir vossos vestígios. Sede sempre nossa protetora e advogada, socorrei a nós e às nossas famílias, alcançai a todos as graças que vos pedimos, e enfim a eterna felicidade do céu. Abençoai-nos e protegei-nos, ó Virgem Mãe Santíssima. Amém!

"MUNDO e MISSÃO"
Religiosidade Popular
Senhora d‘Ajuda:muito além de Portugal
Maria José de Deus
Tudo começou com a pequena imagem deNossa Senhora trazida pelo explorador Tomé de Souzae os primeiros jesuítas que aqui chegaram
Imagem de Nossa Senhora d'Ajuda
Grande parte das devoções surgidas no século XVI em Portugal, principalmente em homenagem à Nossa Senhora, chegaram às colônias com as expedições marítimas.A coroa portuguesa organizava festejos e celebrações com o fim de abençoar a saída de militares e marinheiros que iriam enfrentar o desconhecido em mar aberto, principalmente o Atlântico. Essas incursões tinham o objetivo de expandir o império com domínio de novas terras, explorar o comércio de especiarias no Oriente e levar o cristianismo aos povos considerados infiéis. As caravelas e naus até traziam nas velas a Cruz de Copta, símbolo da Ordem dos Cavaleiros de Cristo, destemidos defensores do cristianismo desde a Idade Média.
Esse envolvimento religioso, que tomava conta do povo português, continuou fazendo parte do universo de colonizadores e colonizados durante séculos, chegando até os dias atuais, principalmente no Brasil. Perpetuaram, por exemplo, as invocações de origem portuguesa à Nossa Senhora da Boa Esperança, do Amparo, da Boa Viagem e da Ajuda dos navegantes, entre dezenas de outras. Essas estão particularmente relacionadas às longas e perigosas travessias marítimas, durante as quais navegadores e marinheiros apelavam à Virgem Maria com medo do desconhecido, de tempestades, corsários e piratas.
No caso de Nossa Senhora da Ajuda, o título tem a ver principalmente com o momento da morte de Cristo na cruz. Enquanto ele oferecia sua vida pelos homens, Nossa Senhora colocava-se como “da ajuda” e intercessora dos pecadores.
Arrail d'Ajuda
Invocação no Brasil
Sua história começa na Bahia, mais precisamente no Arraial da Ajuda, em 1549 com a chegada de Tomé de Souza, governador-geral do Brasil, e dos cincos primeiros jesuítas, entre eles o padre Manuel da Nóbrega, que desembarcaram das naus Conceição, Salvador e Ajuda, cujos nomes deram mais tarde origem a cidades e igrejas no Estado baiano.
Soldados e marinheiros tinham o costume de invocar Nossa Senhora da Ajuda na ermida da praia do Restelo, em Lisboa, antes de embarcar, onde sua imagem havia sido encontrada milagrosamente. Várias naus lusas foram colocadas sob sua proteção. Ao ancorar na Costa do Descobrimento, em 1549, Tomé de Souza também trazia com a frota uma delicada imagem de cerca de 30 centímetros.
Foi assim que, em homenagem ao navegador, os jesuítas deram início, em 1550, ao erguimento do Arraial, construindo uma pequena capela de paus, ramos e coberta de folhas de palmeira. Antes, no local, só havia um planalto, onde se plantava cana-de-açúcar.
Mais de um século depois, a igreja, que chegou a abrigar a Sé da Bahia, passou por um processo de reconstrução em que foram aproveitados os altares e colunas, assim como o púlpito e o confessionário.
Arraial d‘Ajuda
Descoberto na década de 70 e, hoje, um dos locais mais visitados por turistas, o Arraial está localizado na região do descobrimento, a alguns quilômetros antes de Porto Seguro e da praia da Coroa Vermelha, no município de Santa Cruz de Cabrália, onde se lembra a primeira missa rezada no Brasil.
Além dos índios tupiniquins, na época do descobrimento, e, atualmente, dos pataxós, o Arraial recebeu influências culturais de portugueses, negros, franceses, holandeses, ingleses e espanhóis, e do ciclo da cana-de-açúcar e do cacau.
FONTE MILAGROSA
Conforme informações históricas, logo que padre Manuel da Nóbrega colocou a imagem trazida por Tomé de Souza no altar, começaram os milagres. O que mais chamou a atenção foi o da fonte sagrada. Durante a construção de uma segunda casa, os padres jesuítas escavavam o solo com muita dificuldade, em busca de água sem nada encontrar. Então dirigiram preces à Virgem Maria, pedindo sua ajuda. Vários autores relatam o fato, entre eles Anchieta: “Um sussurro brando de água jorrou milagrosamente de uma fonte, fora do frontispício da igreja, ao pé de uma frondosa árvore, quando o padre Francisco Pires celebrava a missa”.
A notícia divulgada pelos jesuítas espalhou-se por todas as capitanias, influenciando a peregrinação de centenas de pessoas. O próprio padre José Anchieta, antes de partir da Bahia rumo à Capitania de São Vicente e às terras de Piratininga, atestou o poder de cura do líquido, registrando que muitos romeiros iam buscar a água para terem saúde.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
NOSSA SENHORA DA ABADIA
Oração à Nossa Senhora da Abadia
Senhora dos Navegantes, Filha dileta de Deus Pai, Mãe de Jesus, nosso Salvador.
Esposa do Espírito Santo, eis-me aqui diante de vossa Imagem, para consagrar-me inteiramente a vós.
Trago-vos, Senhora, minha vida, meu trabalho, os sofrimentos e as alegrias, as lutas e as esperanças, tudo que tenho e sou, para oferecer a vosso Filho, ó Maria.
Peço vossa proteção para nunca abandonar a fé Católica sempre fiel a Jesus.
Dai-me força para viver de verdade o amor fraterno e assumir minha responsabilidade de cristão no mundo.
Ó Senhora da Abadia, aceitai-me como filho e guardai-me sob o vosso manto protetor.
Assim seja!Amém.


NOSSA SENHORA DA ABADIA
Nossa Senhora da Abadia é também conhecida pelo titulo de Santa Maria do Bouro, pois é originária do convento do Bouro, próximo à cidade de Braga, em Portugal. Segundo a lenda, a imagem de Nossa Senhora da Abadia é muito antiga, tendo pertencido a um recolhimento religioso conhecido por Mosteiro das Montanhas, que existia naquelas paragens por volta do ano 883. Quando os sarracenos invadiram a Península Ibérica, os monges fugiram, escondendo a imagem da Virgem Maria. Os séculos passaram. No tempo do Conde D. Henrique, um antigo fidalgo da corte, Pelágio Amado, fugindo aos faustos desse mundo, retirou-se para a ermida de São Miguel, a pouca distância de Braga, onde foi viver com um velho ermitão que ali morava há muitos anos. Certa noite, avistaram uma grande claridade que vinha do centro de um vale próximo e como este fato se repetisse na noite seguinte, ficaram os dois vigiando e ao amanhecer foram verificar a origem daquela estranha luz. Encontraram escondida entre os penedos uma imagem de Nossa Senhora e, cheios de alegria à vista daquele tesouro, os eremitas se prostraram, agradecendo a Deus por tão singular favor. Mudaram a sua morada para aquele sitio e ali edificaram uma pequena ermida, onde colocaram a imagem da Santa." Teve noticia da descoberta o arcebispo de Braga e foi pessoalmente visitar os ermitães. Verificando a pobreza em que viviam, mandou construir uma igreja de pedra lavrada digna de abrigar a Mãe de Deus. Aos poucos, vários monges se uniram aos dois santos homens e a fama dos milagres de Nossa Senhora da Abadia se espalhou pela terra portuguesa, a ponto de o rei D. Afonso Henriques ter ido especialmente visitar o santuário, onde deixou uma boa esmola para o culto divino e as necessidades daqueles servos de Deus. Após a descoberta do Novo Mundo, a pequena imagem de Nossa Senhora da Abadia atravessou o oceano no surrão de algum devoto bracarense e foi instalar seu culto nos chapadões do «Triângulo Mineiro», onde várias cidades a tomaram por Padroeira. Passou depois para Goiás, localizando-se principalmente em Muquém e na antiga capital da província, a Vila Boa, que conserva ainda sua bela matriz, edificada no século XVIII. Atualmente uma das localidades mais famosas pelas romarias é a de Nossa Senhora da Abadia da Água Suja, antigo centro de garimpagem de diamantes. O Santuário da Virgem do Bouro nesse rincão das Alterosas atrai todos os anos no dia 15 de agosto um grande número de devotos e a procissão é célebre pelo pitoresco das promessas. Aqui um peregrino anda vergado sob o peso de enorme pedra, outro carrega um aleijado nos ombros e vêem-se ainda homens sem camisa levando velas ou vasilhas de água na cabeça; outros açoitam-se ou fingem açoitar-se durante o cortejo noturno. Tudo isso em agradecimento às graças alcançadas por intermédio de Nossa Senhora da Abadia. Na progressista cidade de Uberaba é também grande a devoção a Santa Maria da Abadia do Bouro. Sua igreja, construída em fins do século passado após muita insistência junto às Autoridades Eclesiásticas, teve inicio com solene missa oficiada pelo vigário e acompanhada pela banda de música «união uberabense». Junto ao templo havia uma cisterna cuja água era considerada milagrosa pelo povo, a ponto de virem pessoas de longe em busca do precioso líquido. Houve entretanto vários abusos e um dia, inexplicavelmente, a cisterna secou. Iniciada a edificação da igreja, foi mandada vir do Rio de Janeiro uma bonita imagem de Nossa Senhora da Abadia, que permaneceu na Matriz de Uberaba até a inauguração do templo em 1884. A afluência de fiéis era tão grande, que foi necessário aumentar o recinto nos dias de festa com toldos cobertos de folhas de palmeiras, para que o povo tivesse um abrigo durante as cerimônias religiosas. Posteriormente a igreja da Abadia foi ampliada e reformada. A festa de 15 de agosto tornou-se a mais popular e concorrida da redondeza e o uberabense, por mais longe que esteja, ao aproximar-se a grande data, volta á sua terra para matar as saudades e para render culto a Nossa Senhora da Abadia.
Fontes:
Augusto de Lima Júnior, "História de Nossa Senhora em Minas Gerais", Imprensa Oficial, Belo Horizonte, 1956
Nilza Botelho Megale, "Invocações da Virgem Maria no Brasil", Ed. Vozes, 4a. ed., 1998
Edésia Aducci, "Maria e seus títulos gloriosos", Ed. Loyola, 1998
ONDE ROSE PESQUISOU/www.senhoradabadia.com.br
quarta-feira, 3 de março de 2010
APRENDER A REZAR...
VAMOS APRENDER A REZAR????
Lembrai-Vos, ó piíssima Virgem Maria...
"Lembrai-Vos, ó piíssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que têm recorrido à Vossa protecção, implorado a vossa assistência e reclamado o Vosso socorro, fosse por Vós desamparado. Animado eu, pois, com igual confiança, a Vós, Virgem, entre todas singular, como a Mãe recorro; de Vós me valho; e, gemendo sob o peso dos meus pecados, me prosto aos Vossos pés. Não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do Filho de Deus Humanado, mas dignai-Vos ouvir-me, propícia, e alcançar-me o que vos rogo. Amen"

terça-feira, 2 de março de 2010
Apocalipse
ღ♥ SHOW DE GIFS & SCRAPS ღ♥/ORKUT
MARIA NO LIVRO DO APOCALIPSE 12
Todo o livro do Apocalipse é repleto de uma linguagem de muitas imagens e números. Numa primeira vista, parece que o livro é enigmático, assustador e cheio de mistérios. Mas, apesar de usar uma linguagem "não muito clara", o autor quer reforçar a fé e a esperança dos cristãos frente às perseguições de dificuldades que na qual se encontrava a Igreja primitiva.
O uso deste tipo de linguagem (Gênero literário) é bem simples de se explicar: João está preso. Ele manda cartas para os cristãos. Usa linguagem simbólica que só os cristãos entendiam. Caso contrário, as correspondências não chegariam ao seu destino. Portanto, cada imagem, cada número, cada ação...tem o seu significado. Mas nós vamos nos ater somente naquelas passagens que podem fazer referência à pessoa de Maria. Neste caso, o capítulo 12, principalmente porque tem algumas referências sobre uma "mulher vestida de sol".
O Capítulo pode muito bem ser dividido em três partes que apresentam três cenas com os seguintes personagens:
1)1ª cena (Ap 12, 1-6): a mulher, o dragão e a criança.
2)2ª cena (Ap 12, 7-12): a guerra entre as forças de Deus (Miguel) e do mal (Satanás)
3)3ª cena: (Ap 12, 13-17): a mulher perseguida pelo dragão que é vencido.
Vamos analisar estas três cenas...
1ª Cena : Ap 12, 1-6
1 E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça.
2 E estando grávida, gritava com as dores do parto, sofrendo tormentos para dar à luz.
3 Viu-se também outro sinal no céu: eis um grande dragão vermelho que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas;
4 a sua cauda levava após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que estava para dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe devorasse o filho.
5 E deu à luz um filho, um varão que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.
6 E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.
Este "grande sinal" significa a importância do acontecimento;
" Céu", mais que morada de Deus, simboliza o lugar onde estão as forças transcendentais que interferem na história humana;
"Mulher vestida de sol" numa primeira leitura não se refere a Maria (Maria não apareceu no céu, não deu à luz no céu e muito menos o menino foi levado para junto de Deus. Foi exatamente o contrário...Ele veio de Junto de Deus, no mistério da encarnação) faz alusão à glória de Deus que reveste o seu povo. O sol que ilumina;
"Tem a lua debaixo de seus pés" significa o domínio sobre as coisas temporais;
"Coroa de doze estrelas" lembra as doze tribos de Israel, bem como os doze Apóstolos recompensados no final dos tempos;
"Dores de parto" recorda todo o sofrimento vivido pelo povo do Antigo Testamento, bem como as perseguições da comunidade do Novo Testamento que quer continuar gerando Jesus para a humanidade através do seu testemunho;
"Dragão de sete cabeças e dez chifres" representa o poder político e dominador da época. As "sete cabeças" simboliza a plenitude (o número sete significa a plenitude, a totalidade) de poder. Os "dez chifres" representam os dez governadores senatorias do Império Romano; O "diadema" sobre cada uma das cabeças, referem-se à linhagem nobre de cada um dos governadores.
Tanto a Mulher como o Dragão são colocados juntos e em contraposição, simbolizando que as forças do bem e do mal travam um conflito constante na história;
A Mulher "deu à luz a um filho, um varão que irá reger todas as nações com um cetro de ferro". Este versículo lembra o Salmo 2, 7b-9 (Tu és meu Filho, hoje te gerei.8 Pede-me, e eu te darei as nações por herança, e as extremidades da terra por possessão. 9 Tu os quebrarás com uma vara de ferro; tu os despedaçarás como a um vaso de oleiro. ). Não se refere ao nascimento de Jesus em Belém, mas sim na Paixão, quando então sairá vitorioso pela Ressurreição;
O "deserto" tanto significa o lugar da tentação (Jesus foi tentado no deserto durante 40 dias e 40 noites) com também o lugar da proteção de Deus;
2ª Cena: Ap 12, 7-12
7 Então houve guerra no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão. E o dragão e os seus anjos batalhavam,
8 mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou no céu.
9 E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, que se chama o Diabo e Satanás, que engana todo o mundo; foi precipitado na terra, e os seus anjos foram precipitados com ele.
10 Então, ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e o poder, e o reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo; porque já foi lançado fora o acusador de nossos irmãos, o qual diante do nosso Deus os acusava dia e noite.
11 E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até a morte.
12 Pelo que alegrai-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Mas ai da terra e do mar! porque o Diabo desceu a vós com grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta.
Entram em cena novos personagens: Miguel e seus anjos. A luta que começa no céu desce à terra. Nesta cena não aparece mais a figura da "mulher" e sim "Miguel e o Dragão". O Dragão é descrito como a "antiga serpente". Faz lembrar Gn 3,15 ( Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar) que já foi vencida. Conforme o texto, esta vitória sobre a serpente se deu "pelo sangue do cordeiro" (sacrifício deJesus).
3ª Cena: Ap 12, 13-17:
13 Quando o dragão se viu precipitado na terra, perseguiu a mulher que dera à luz o filho varão.
14 E foram dadas à mulher as duas asas da grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente.
15 E a serpente lançou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio, para fazer que ela fosse arrebatada pela corrente.
16 A terra, porém acudiu à mulher; e a terra abriu a boca, e tragou o rio que o dragão lançara da sua boca.
17 E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra aos demais filhos dela, os que guardam os mandamentos de Deus, e mantêm o testemunho de Jesus.
18 E o dragão parou sobre a areia do mar.
Esta cena tem como cenário, a terra. Os personagens são: o dragão e a mulher e sua descendência. Já que o dragão perdeu a batalha para Miguel e seus anjos, ele volta-se contra a mulher, que, por sua vez, consegue escapar pela proteção de Deus.
Assim, a descendência da mulher (A Igreja), "os que guardam os mandamentos de Deus, e mantêm o testemunho de Jesus", são continuamente ameaçados pelas forças do mal (serpente). Mas Deus aparece sempre com sua força protetora encorajando os filhos para a vitória final.
Conclusão: O Capítulo 12 do Apocalipse é um texto que deve ser interpretado, primeiramente como sendo eclesiológico (A Igreja peregrina que sofre, é perseguida, mas que tem a força de Jesus e do Espírito Santo de Deus para vencer as armadilhas do mal), depois mariológico (Maria, mãe da Igreja que camin
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segunda-feira, 1 de março de 2010
...um testemunho....
Maria é minha Mãe
Minha história de amor com Maria começou quando Deus, em seu imenso Amor, criou-me e colocou-me nos braços de Maria para que, como Mãe, cuidasse de mim. Ouso dizer que Maria decidiu-se por ser minha mãe e cuidar de mim. Demonstrou isso em vários fatos de minha vida.Logo que nasci mamãe consagrou-me a Nossa Senhora Aparecida. Fui batizada no dia da Imaculada Conceição (08/12).Passei um tempo numa igreja evangélica, mas lá não era o meu lugar. Voltei ao seio da verdadeira Igreja, onde fiz a Primeira Comunhão e recebi o Crisma. Costumava ir à missa todos os domingos, mas não dava o verdadeiro valor. Hoje, percebo que era indiferente a Deus; infelizmente, como muitos, era católica apenas pelo nome. Participei de vários encontros de jovens, mas não mudava muita coisa, continuava na indiferença. Até que Deus decidiu dar um basta nessa situação.No dia 29 de novembro de 1992, minha vida mudou radicalmente. Participei do primeiro encontro de jovens da RCC na minha paróquia, cuja padroeira é Nossa Senhora da Paz, e nesse dia houve a Efusão do Espírito Santo. Lembro que já na fila para receber a oração meu coração estava disparado. Rezaram por mim, foi muito simples, não aconteceu nada de extraordinário. Voltei ao meu lugar e, com o coração ainda disparado, fiquei rezando. Terminada a oração fomos para o intervalo do lanche.Enquanto saía, passando em frente ao sacrário, senti uma moleza e caí. Pensei que fosse o que eles haviam explicado como repouso no Espírito Santo, pois me sentia em paz; mal sabia que naquele momento Deus fazia uma grande cura em meu coração. Meu físico não resistiu, minha pressão subiu demais e tive de ir para o hospital.No carro, com meus pais, enquanto passávamos pela Igreja Matriz, vi uma Senhora muito bela ao meu lado, usando uma túnica cor de rosa, que me olhava com muito amor. Na hora, disse à minha mãe que tinha visto Maria e pedi que rezasse uma Ave-Maria comigo. Mesmo achando que eu estava ficando “louca”, mamãe rezou comigo e uma grande paz invadiu meu coração.Sentia necessidade de estar perto de Deus ou de coisas que me lembrassem dele. No corredor do hospital, mesmo debilitada, precisei dizer a um acidentado que ele era amado por Jesus. E que grande alegria poder dizer algo que eu havia experimentado! Aos poucos, minha pressão foi melhorando e voltei a tempo de coroar aquilo tudo com a Santa Missa. Até hoje não entendo direito o que aconteceu, mas sei que não preciso compreender o que Deus faz em minha vida, apenas colher os frutos, que são muitos. Fui envolvida por uma grande alegria, um profundo desejo de anunciar a todos o amor de Jesus. Engajei-me no grupo de jovens da paróquia, disposta a trabalhar para Deus.Depois disso, minha vida não foi mais a mesma. Já não era indiferente a Deus e às suas “coisas”. Pelas mãos de Maria, houve uma grande cura em meu coração.Após um certo tempo, ao preparar-me para pregar sobre o “Silêncio de Maria” em um encontro de jovens, relembrava essa experiência para testemunhá-la; questionei-me sobre qual Nossa Senhora seria aquela, estranhando o fato dela não estar com seu manto, como se vê nas imagens. Então, tive o entendimento de que estava sem o manto porque ele estava sobre mim. Eu estava, e continuo, sob os cuidados de Maria, sob seu manto.Como Mãe, sua presença foi sempre constante. Recebi de suas mãos muitas graças, dentre elas a Vocação Shalom.Outro momento muito importante foi minha consagração como fiel escrava de Maria (cf. S. Luís Maria Montfort) em 1999. Em uma formação pessoal, depois de uma experiência de oração com Maria, foi sugerido que eu me consagrasse a ela. Então, junto com alguns irmãos, em Salvador-BA, pelas mãos do Pe. Bruno, membro da Congregação Irmãos de São João, fui consagrada à Virgem Maria e ungida com o óleo da Porta do Céu. Foi um momento simples e único em minha vida. Formalizei algo que já era real em minha vida: a consagração a Maria.Hoje, no segundo ano do noviciado na Comunidade de Vida Shalom em Fortaleza, posso dizer que teria muito a testemunhar, pois foram muitos os presentes, graças, curas e até milagres recebidos por Maria. Muitas vezes na minha fraqueza, nas minhas dores corri para o seu colo de Mãe, meu lugar. Diante de tudo vivenciado com Maria, faço um questionamento: Quem é Maria para você? A minha resposta é: minha Mãe! Qual é a sua? Que você possa dizer comigo: Maria é, antes de tudo, minha Mãe!
Luciana Mariano da Silva
Publicada por A. em 10:06:00 /www.luzeirosantamaria.blogspot.com/2008/12/maria-...
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
MARIA SANTISSIMA
www.google.com/imagem
Maria Virgem Imaculada Mãe de Deus
Quem é essa mulher que aparece como a aurora, bonita como a lua, resplandescente como o sol? É um raio de luz que se aproxima docemente de um coração que se abre. A mão de Maria Santíssima vai semeando no corações abertos para ver nascer frutos luminosos, dignos do esplendor do céu.
Oh caminhantes que, como eu, ouviram a chamada desta Mãe tão carinhosa, deixem Maria orientar vossos pequenos corações para que possam arder cada vez mais de amor infinito.
Maria Santíssima, com Sua simples presença, emana uma Luz suave e cálida que faz com que os corações que se elevam para o amor infinito, se encham de serenidade e paz. Como o sol anuncia a manhã e ilumina o dia, peçamos à Maria que ilumine nossos caminhos e faça com que nossos corações, batendo junto ao Seu Coração, possa entender Seu amor Maternal.
Maria Santíssima é a Mãe que chama
Chama porque é Mãe, Mãe de Jesus e nossa Mãe e ama Jesus entregando a Ele as nossas almas e nos ama doando Jesus a nós. Ansias e delicadezas, alegrias e martírios florescem nela através do mesmo caule: um amor que não tem limites e que oferece o coração, repouso e luz nos momentos tristes, e rifúgio nas ocasioes de perigo.
Escutemos...
Uma vez mais Maria nos transmite a Boa Nova, Ela nos conta toda Sua dor, nos diz de Seu imenso amor. E nos dá um bom conselho: "Façam tudo que Jesus lhes pede." E Jesus nos pede de seguir Seu exemplo: "Amar a Deus, Nosso Pai, e os homens que são nossos irmãos."
Vem!
Não se deve resistir á Nossa Senhora porque é o mais sincero, o mais Santo, o mais eficaz de todos os convites feitos a nós. É da muito tempo que Ela nos chama: a Sua voz é rouca de tanto cansaço, parece interrompida do choro...
"Venham! Existem muitas coisas que somente eu posso dizer, existem muitos tesouros que somente eu posso dar. Venham! Eu vos chamo á vossas casas: a casa da mãe é a casa dos meus filhos, a casa de Jeus é a minha casa, é a vossa casa.
Porque receiais? Venham, descansai-vos no coração da Vossa Mãe".
Maria, querida Mãezinha, pega minha mão
Ó Minha doce Mãe, quero ouvir-te.
Minha alma necessita tanto de uma Mãezinha.
Ouço Tua voz suave, cheia do Espírito Santo.
Estou tão cansada da Terra,
Que só me tem dado tribulações e infelicidade.
Fala-me de Jesus, conta-me Seus segredos da Misericórdia.
Leva-me a Ele, amara-me a Ele
E ensina-me a fazer toda Sua vontade.
Ininterruptamente, poderás compreender os fundamentos sobre os quais se baseiam a devoção pela Virgem Maria, nossa querida Mãezinha Celestial, Sua vida, Suas dores, Seu grande coração de Mãezinha. E segundo os comentários dos santos, entre eles São Bernardo, Santo Afonso, Santo Agustinho, São Tomás e Santa Tereza, serás guiado por um caminho fascinante ao descobrimento das verdades mais sublimes. Encontrarás ainda várias formas de devoções para poder chegar aos encantos do céu.
Goza, goza, alma minha, e alegra-te com Maria, porque prepara maravilhas para aqueles que A louvam. (Santo Boa Ventura)
Publicada por Mons.Lebrum /www.apostolosdenossasenhoradefatima.blogspot.com/...
Maria Virgem Imaculada Mãe de Deus
Quem é essa mulher que aparece como a aurora, bonita como a lua, resplandescente como o sol? É um raio de luz que se aproxima docemente de um coração que se abre. A mão de Maria Santíssima vai semeando no corações abertos para ver nascer frutos luminosos, dignos do esplendor do céu.
Oh caminhantes que, como eu, ouviram a chamada desta Mãe tão carinhosa, deixem Maria orientar vossos pequenos corações para que possam arder cada vez mais de amor infinito.
Maria Santíssima, com Sua simples presença, emana uma Luz suave e cálida que faz com que os corações que se elevam para o amor infinito, se encham de serenidade e paz. Como o sol anuncia a manhã e ilumina o dia, peçamos à Maria que ilumine nossos caminhos e faça com que nossos corações, batendo junto ao Seu Coração, possa entender Seu amor Maternal.
Maria Santíssima é a Mãe que chama
Chama porque é Mãe, Mãe de Jesus e nossa Mãe e ama Jesus entregando a Ele as nossas almas e nos ama doando Jesus a nós. Ansias e delicadezas, alegrias e martírios florescem nela através do mesmo caule: um amor que não tem limites e que oferece o coração, repouso e luz nos momentos tristes, e rifúgio nas ocasioes de perigo.
Escutemos...
Uma vez mais Maria nos transmite a Boa Nova, Ela nos conta toda Sua dor, nos diz de Seu imenso amor. E nos dá um bom conselho: "Façam tudo que Jesus lhes pede." E Jesus nos pede de seguir Seu exemplo: "Amar a Deus, Nosso Pai, e os homens que são nossos irmãos."
Vem!
Não se deve resistir á Nossa Senhora porque é o mais sincero, o mais Santo, o mais eficaz de todos os convites feitos a nós. É da muito tempo que Ela nos chama: a Sua voz é rouca de tanto cansaço, parece interrompida do choro...
"Venham! Existem muitas coisas que somente eu posso dizer, existem muitos tesouros que somente eu posso dar. Venham! Eu vos chamo á vossas casas: a casa da mãe é a casa dos meus filhos, a casa de Jeus é a minha casa, é a vossa casa.
Porque receiais? Venham, descansai-vos no coração da Vossa Mãe".
Maria, querida Mãezinha, pega minha mão
Ó Minha doce Mãe, quero ouvir-te.
Minha alma necessita tanto de uma Mãezinha.
Ouço Tua voz suave, cheia do Espírito Santo.
Estou tão cansada da Terra,
Que só me tem dado tribulações e infelicidade.
Fala-me de Jesus, conta-me Seus segredos da Misericórdia.
Leva-me a Ele, amara-me a Ele
E ensina-me a fazer toda Sua vontade.
Ininterruptamente, poderás compreender os fundamentos sobre os quais se baseiam a devoção pela Virgem Maria, nossa querida Mãezinha Celestial, Sua vida, Suas dores, Seu grande coração de Mãezinha. E segundo os comentários dos santos, entre eles São Bernardo, Santo Afonso, Santo Agustinho, São Tomás e Santa Tereza, serás guiado por um caminho fascinante ao descobrimento das verdades mais sublimes. Encontrarás ainda várias formas de devoções para poder chegar aos encantos do céu.
Goza, goza, alma minha, e alegra-te com Maria, porque prepara maravilhas para aqueles que A louvam. (Santo Boa Ventura)
Publicada por Mons.Lebrum /www.apostolosdenossasenhoradefatima.blogspot.com/...
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