sábado, 28 de maio de 2011
O Papa recorda João Paulo II e pede que os católicos rezem os mistérios luminosos do Terço - Bíblia Católica News
O Papa recorda João Paulo II e pede que os católicos rezem os mistérios luminosos do Terço
Em sua saudação em francês ao concluir a oração do Regina Caeli deste domingo na Praça de São Pedro, o Papa Bento XVI recordou a recente beatificação de João Paulo II e alentou os fiéis a rezar os mistérios luminosos do Rosário, legados à Igreja pelo Pontífice polonês.
“No impulso gerado na Igreja pela beatificação do Papa João Paulo II, convido-lhes a rezar o Terço meditando os mistérios luminosos, aos que nos convidou”, disse o Papa.
Bento XVI assegurou também que “ao seguir as etapas da missão de Cristo com a Virgem Maria, fazemo-nos capazes, como ela, de ver o amor do Pai feitos obra na vida e o ensinamento do seu Filho”.
“Que possamos também nós convertermo-nos em adoradores em espírito e na verdade e em testemunhas! Abençoe-lhes de coração assim como as suas famílias”, concluiu.
Os mistérios luminosos para a oração do Rosário são os seguintes: o Batismo de Jesus no rio Jordão, as Bodas de Caná, o anúncio do Reino de Deus convidando à conversão, a Transfiguração e a instituição da Eucaristia.
http://blog.bibliacatolica.com.br/santa-se/o-papa-recorda-joao-paulo-ii-e-pede-que-os-catolicos-rezem-os-misterios-luminosos-do-terco/?
O terço dos nomes de Maria Santíssima | Associação Devotos de Fátima
O terço dos nomes de Maria Santíssima
A prática da reza o terço vem sendo muitas vezes aprimorada com formas diferentes de fazê-lo. A contemplação dos mistérios da vida de Jesus Cristo através da oração repetitiva da Ave Maria, pode levar a uma profunda meditação sobre os ensinamentos do Evangelho, como também nos aproxima da Mãe de Jesus, ao acompanhar Seu Filho.
Maria, mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo e da Santa Igreja, recebe ao longo dos anos diversos títulos, numa autêntica ladainha escrita pelos fiéis que vêm na Virgem de Nazaré a intercessora de suas vidas junto ao Filho e ao Pai. Portanto, o terço também pode nos ajudar a refletir sobre a grandeza desses títulos e trazer Nossa Senhora para mais perto de nós.
No Terço dos Nomes de Maria propõe-se que a cada Ave Maria rezada nas dezenas seja lembrado um título recebido por Nossa Senhora, e que a repetição da oração seja o veículo para uma reflexão específica sobre a grandeza de Nossa Senhora.
Maria Brunn
Poço de Maria
Viena - Áustria
Títulos de Maria para serem refletidos:1. Serva do Senhor
2. Nossa Mãe
3. Imaculada Conceição
4. Mãe amável
5. Virgem mãe
6. Consolo dos aflitos
7. Intercessora da humanidade
8. Senhora da Glória
9. Rainha do Céu
10. Advogada nossa
Segunda Dezena
1. Rainha da Paz
2. Bem-aventurada
3. Sustento dos fracos
4. Nossa protetora
5. Exemplo e guia
6. Esperança nossa
7. Mãe de misericórdia
8. Socorro dos pobres
9. Alegria dos teus filhos
10. Do Imaculado Coração
Terceira Dezena
1. Senhora nossa
2. Mãe de bondade
3. Mãe piedosa
4. Sinal de vida
5. Virgem obediente
6. Mãe clemente
7. Rainha do mundo
8. Maravilha de Deus
9. Abençoada por Deus
10. Escolhida por Deus
Quarta Dezena
1. Preferida de Deus
2. Mãe das dores
3. Honra do nosso povo
4. Senhora da América Latina
5. Mãe de todos os povos
6. Maria de Nazaré
7. Mãe da Igreja
8. Medianeira de todas as graças
9. Sacrário vivo de Deus
10. Sonho lindo de Deus
Quinta Dezena
1. Esposa de José
2. Mestra do amor
3. Mãe pura
4. Mãe dos pequeninos
5. Maria Auxiliadora
6. Mãe da Luz
7. Amparo dos pobres
8. Mãe do Redentor
9. Rainha do Universo
10. Mãe de Deus
Maria Rosa Mística
Mater Ecclesiae
Bélgica
http://www.adf.org.br/home/2011/01/o-terco-dos-nomes-de-maria-santissima/
Como surgiu a oração do Santo Rosário | Associação Devotos de Fátima
Como surgiu a oração do Santo RosárioA oração do Santo Rosário surge aproximadamente no ano 800 à sombra dos mosteiros, como Saltério dos leigos. Dado que os monges rezavam os salmos (150), os leigos aprenderam a rezar 150 Pai Nossos. Com o passar do tempo, se formaram outros três saltérios com 150 Ave Marias, 150 louvores em honra a Jesus e 150 louvores em honra a Maria.
Posteriormente fez-se uma combinação dos saltérios, dividindo as 150 Ave Marias em 15 dezenas e colocando um Pai nosso no início de cada uma delas. Em 1500 ficou estabelecido, para cada dezena a meditação de um episódio da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo ou Maria Santíssima, e assim surgiu o Rosário de quinze mistérios.
Rosa das rosas, Rainha das rainhas.
A palavra Rosário vem do latim Rosarium, que significa ‘Coroa de Rosas’.
Nossa Senhora é a Rosa Mística (como é invocada na Ladainha Lauretana), e em sua homenagem o nome Rosário, que vem de Rosas. A Virgem Maria revelou a muitas pessoas que cada vez que rezam uma Ave Maria lhe é entregue uma Rosa espiritual, e por cada Rosário completo, lhe é entregue uma Coroa de Rosas.
A rosa é a rainha das flores, Rosa das rosas, como é a Rainha das rainhas. Sendo assim o Rosário é a “Rosa” de todas as devoções e, portanto, a mais importante.
O Santo Rosário é considerado a oração perfeita porque junto com ele está a majestosa história de nossa salvação. Com o rosário, meditamos os mistérios de alegria, de dor e de glória de Jesus e Maria. É uma oração simples, humilde como Maria. É uma oração que podemos fazer com ela, a Mãe de Deus. Com o Ave Maria a convidamos a rezar por nós. A Virgem sempre nos dá o que pedimos. Ela une sua oração à nossa. Portanto, esta é a oração mais poderosa, porque Maria Santíssima recebe o que ela pede, Jesus nunca diz não ao que Sua Mãe lhe pede. Em cada uma de suas Aparições, nos convida a rezar o Rosário como uma arma poderosa contra o maligno, para nos trazer a verdadeira paz.
Fonte: Derradeiras Graças
http://www.adf.org.br/home/2011/04/como-surgiu-a-oracao-do-santo-rosario/
TODAS AS IMAGENS: www.google.com
Rosário de uma mãe | Associação Devotos de Fátima

Mistérios Gozosos
1ª dezena: Anunciação
Anjo da guarda de cada um dos meus filhos, anuncia-lhes o nascimento de Jesus. Que eles possam amá-Lo de todo coração, como a Virgem Maria.
(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)
2ª dezena: Visitação
Nossa Senhora, vai à casa dos meus filhos não só para visitá-los mas para permanecer com eles. Que eles possam, como Santa Isabel, ficar muito felizes e exultar de alegria.
(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)
3ª dezena: Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo
Jesus Cristo, Nosso Senhor, renasça no coração dos meus filhos cada dia, para que a vida deles seja um eterno Natal.
(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)
4ª dezena: Apresentação do Senhor no templo
Maria Santíssima, ajuda-me a reapresentar meus filhos no templo. Para o Batismo e Comunhão eu os levei, mas para a Crisma é preciso que eles queiram.
(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)
5ª dezena: Encontro do Menino Jesus no templo
Menino Jesus querido, faça que meus filhos possam encontrar-Vos. Mostra-lhes o caminho. Permite que eles Vos encontrem, porque Vós sois o caminho. E, quando Vos encontrarem, que nunca mais Vos abandonem.
(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)
Mistérios Dolorosos
1ª dezena: Agonia de Nosso Senhor Jesus CristoQue o coração dos meus filhos, Senhor, não se angustie. Que no coração de cada um deles possam estar somente a Vossa alegria, paz, amor e os frutos de Vosso Espírito.
(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)
2ª dezena: Flagelação
Pela Vossa flagelação, Jesus Cristo Nosso Senhor, alivia-os em suas dores espirituais e físicas. Que o corpo deles não lhes pertença, mas seja Vosso. Que eles sejam o templo do Vosso Espírito.
(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)
3ª dezena: Coroação de espinhos
Tira, Jesus, cada espinho que possa estar afligindo a cabeça dos meus filhos. Que seus pensamentos sejam puros e retos. Lava-os, Senhor, com Vosso Sangue, e por Vossas chagas eles sejam curados.
(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)
4ª dezena: Jesus com a cruz nas costas
Ajuda-os, Jesus, a carregar suas cruzes. Sê para eles um Simão Cirineu. Que cada uma de suas quedas não seja uma derrota, mas uma vitória e um novo ânimo para continuar convosco no caminho da salvação.
(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)
5ª dezena: Jesus morre na cruz
Jesus amado, que meus filhos morram para o pecado e renasçam para a vida da graça. “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem.”
(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)
Mistérios Gloriosos1ª dezena: Ressurreição de Jesus
Que eles possam convosco ressurgir para uma vida nova. Que eles saibam que estás vivo no meio deles, por meio de Vossa graça, e que em Vosso túmulo está escrito: “Ele não está mais aqui.”
(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)
2ª dezena: Ascensão de Jesus
Que um dia eles possam ao céu subir, porque lá é o lugar dos pecadores arrependidos.
(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)
3ª dezena: A vinda do Espírito Santo
Que o Espírito Santo desça sobre cada um deles, tirando-lhes o medo de aceitar e anunciar Jesus, nosso Senhor.
(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)
4ª dezena: Assunção de Nossa Senhora
Maria Santíssima, Mãe querida, tu que amas meus filhos mais do que eu, faze que eles possam um dia encontrar-te no céu. Sê sempre a advogada deles perante Deus.
(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)
5ª dezena: Coroação de Nossa Senhora
Que eles possam coroar-te nesta e na outra vida como Rainha do seu coração.(Pai nosso, 10 Aves-Marias, Glória ao Pai)
Amém.
Fonte: Amai-vos
http://www.adf.org.br/home/2010/09/rosario-de-uma-mae/
imagens/www.ggogle.com.br
Imaculado Coração de Maria – a virtude da sabedoria em Nossa Senhora, Sua inteligência e Sua vontade
Agora, Nossa Senhora foi concebida sem pecado original. Ela é imaculada porque nunca pecou. Portanto, suas cogitações, ou seja, seu Coração é Imaculado, porque tudo aquilo que procede de uma pessoa imaculada é sem mácula.
Dizer que o Coração de Maria é Imaculado, marca uma diferença abismática entre Ela e as demais pessoas! É que nós somos concebidos no pecado original.
Por causa disso, por mais que subamos na vida espiritual, mesmo assim será preciso estar combatendo e vencendo esses impulsos maus até o fim da vida, porque sempre teremos impulsos maus. Impulsos dos quais não teríamos culpa precisamente porque lhes negaríamos toda e qualquer adesão de nossa vontade, e os detestaríamos.
Um exemplo temos com Santo Afonso Maria de Ligório: Bispo, Doutor da Igreja, fundador de uma Ordem religiosa, a Congregação dos Redentoristas. Ele sofria tão tremendas tentações contra a pureza, até depois de idoso. Com mais de oitenta anos, caminhando em cadeira de rodas, ainda as tentações contra a pureza constituía uma verdadeira dificuldade para ele. Embora fosse castíssimo, ele tinha o impulso da impureza.
Com Nossa Senhora nada disso acontecia. Nela nenhum impulso era mau. Todos os impulsos eram conformes à razão, e todos movimentos da razão eram inspirados pela graça. De maneira que nEla tudo era harmônico, tudo era perfeito, e tudo estava continuamente voltado para o bem.
Quando falamos do Imaculado Coração de Maria queremos caracterizar este fato de uma pureza tal que, com relação a qualquer virtude, Ela não tinha o menor pendor para o mal. Ela nunca teve o menor pendor e a menor inclinação para o mal.
Agora, o que vem a ser a sapiencialidade do Coração de Maria?
O Coração de Maria é fonte inesgotável de amor. Interceda a Ela as graças que necessita. Veja aqui como acender uma vela em honra ao Seu Imaculado Coração
Coração Sapiencial é o Coração cheio de sabedoria. Sapientia, em latim, se traduz para o português como sabedoria. Mas o que vem a ser propriamente a sabedoria? E porque o Imaculado Coração de Maria é um Coração Sapiencial? O que quer dizer Coração Sapiencial?
A virtude da sabedoria é aquela virtude que nos faz ver as coisas pelos seus aspectos mais elevados. Por causa disso também nos faz ver as coisas a partir de uma maravilhosa unidade. E quanto mais nós vamos analisando o universo pelos seus aspectos elevados, tanto mais as nossas considerações vão se ajuntando umas às outras, umas às outras, até atingir o ponto extremo, que é Deus, Ser absoluto, infinito, perfeito, eterno, que jamais poderá sofrer nenhuma alteração, que se basta perfeitamente a Si mesmo, e que é o Criador, o Modelo e o fim de todas as coisas.
A consideração de todas as coisas enquanto representando a Deus e enquanto feitas para servirem a Deus, esta concepção das coisas por onde elas são vistas pelo seu mais alto aspecto – quer dizer, pelo seu aspecto deiforme, porque o mais alto aspecto de qualquer coisa é o por onde essa coisa mais se parece com Deus Nosso Senhor – esta consideração faz com que a mente tenha uma unidade admirável, uma coerência extraordinária, nada de contradição, nada de dilaceração, nada de hesitação. Mas tenha certeza, fé, convicção, coerência, firmeza, desde os mais altos princípios até as menores coisas.
A sabedoria enquanto virtude da inteligência é isto. E enquanto virtude da vontade ela é uma disposição firme da vontade de seguir o que a inteligência entende e nos mostra. Portanto, a sabedoria enquanto virtude da vontade é o fazermos, inabalavelmente e firmemente, aquilo que é o nosso dever.
http://www.adf.org.br/home/2011/05/imaculado-coracao-de-maria-–-a-virtude-da-sabedoria-em-nossa-senhora-sua-inteligencia-e-sua-v
sexta-feira, 27 de maio de 2011
O Significados da Medalha Milagrosa
A face principal da Medalha
A Santíssima Virgem de pé sobre o globo terrestre: isso significa que Ela, além de ser Nossa Mãe do Céu, é também a Rainha da Terra e de todo o Universo.
Ela esmaga sob seus pés uma serpente que representa o demônio, que tenta continuamente os homens com o intuito de levá-los para o inferno.
Nossa Senhora tem um poder incomparavelmente maior que o do demônio. Ela protege todos os filhos que Lhe pedem com confiança.
De Seus dedos saem raios de luz. Estes raios representam as graças que a Santíssima Virgem concede aos que se devotam a Ela.
Perguntada por Santa Catarina por que de alguns dedos não saíam raios, Ela respondeu que desejava conceder mais graças, porém os homens não Lhe pediam.
A data de 1830 marca o ano das aparições de Nossa Senhora nas quais Ela revelou a Medalha a Santa Catarina Labouré. Foi no final da tarde do dia 27 de novembro.
Em volta da Medalha lê-se a frase: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós”. Nossa Senhora mandou colocar na Medalha esta curta oração para que ela fosse repetida com freqüência.
O verso da Medalha
O grande “M” tendo sobre si uma cruz, é a inicial do nome de Maria. A cruz é a Cruz de Jesus, que morreu por nós. Aos pés da Cruz encontra-se Maria que sofre e nos anima em união completa com Jesus.
Em volta da Medalha estão desenhadas doze estrelas: é a coroa da Santíssima Virgem. Como Rainha do Céu e da Terra, Nossa Senhora tem uma coroa de doze estrelas que representam seu poder sobre toda a Criação. Tudo o que Ela pede a Deus, Ela obtém.
Lado a lado, estão o Coração de Jesus e o Coração de Maria. Duas pequenas chamas indicam que eles queimam de amor por nós. À esquerda, o Coração de Jesus está envolto por uma coroa de espinhos e tem uma chaga aberta que sangra. São nossos pecados e nossas más ações que O fazem sofrer: para redimir nossos pecados Ele foi coroado de espinhos. Ele morreu na Cruz e Seu Coração foi transpassado por uma lança.
À direita, o Coração de Maria está atravessado por uma espada que representa toda a dor que Ela sentiu durante a Paixão de Seu Filho por nós. Ela ofereceu esses sofrimentos em união aos de Jesus para que nós nos salvemos e possamos ir ao Céu.
http://www.adf.org.br/home/2011/02/o-significados-da-medalha-milagrosa-2/?sms_ss=blogger&at_xt=4de036c1a563b70e%2C0
www.google.com.brA banalização da blasfêmia!

“Não invocarás em vão o Nome do Senhor teu Deus, porque o Senhor não deixa sem castigo quem invocar o seu Nome em vão.” (Êxodo 20, 2-17)
É muito triste a freqüência com que lemos na mídia notícias sobre blasfêmias e profanações que são cometidas a toda hora, quase como se fosse uma prática comum, de um comediante ou um desses autodenominados “artistas plásticos” que resolvem zombar de Deus, de Nossa Senhora ou de símbolos religiosos.
Foi o que fez o italiano Francesco De Molfetta que, sob o pretexto de protestar contra a “sociedade de consumo” vestiu uma imagem de Nossa Senhora com um manto repleto de iconografias de uma grife francesa famosa, fazendo alusão ao famoso livro que tem como título “O diabo veste Prada”, dizendo que “Nossa Senhora usa Louis Vuitton”. (Veja notícia sobre essa infâmia)
Alguém pode dizer “mas que exagero qualificar isso de blasfêmia, foi só uma brincadeira”!
Brincadeira que sem dúvida essas pessoas não se atrevem a fazer contra Maomé ou sobre o islamismo. Mas que não pensam duas vezes quando se trata de agredir a Igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo, que em seu Catecismo nos ensina:
“Como respeitar a santidade do Nome de Deus?
“Invocando, bendizendo, louvando e glorificando o santo Nome de Deus. Deve pois ser evitado o abuso de invocar o Nome de Deus para justificar um crime, e ainda todo o uso inconveniente do seu Nome, como a blasfémia, que por sua natureza é um pecado grave, as imprecações e ainfidelidade às promessas feitas em Nome de Deus.” (Catecismo da Igreja Católica, tópico 447).
Nossa Senhora em Fátima pediu para que não mais ofendêssemos Seu Filho, mas infelizmente o que vemos a cada dia é um aumento das ofensas e dos pecados.
Essas blasfêmias precisam da reparação dos verdadeiros filhos de Maria Santíssima. Pense em algo que você pode fazer nesse sentido, uma oração ou um sacrifício espiritual. Vai aqui uma sugestão: acenda uma vela no Oratório da Medalha Milagrosa em reparação ao Imaculado Coração de Maria, por todas essas ofensas que são cometidas e pela conversão dos pecadores.
http://www.adf.org.br/home/2010/08/a-banalizacao-da-blasfemia/?sms_ss=blogger&at_xt=4de036807aa6febe%2C0
AQUI VOCE ENCONTRA A NOTICIA COMPLETA.
http://estilo.uol.com.br/moda/ultimas-noticias/afp/2010/07/29/o-diabo-veste-prada-mas-a-virgem-maria-usa-louis-vuitton.htm

quarta-feira, 25 de maio de 2011
MARIA, É REALMENTE MÃE DE TODOS OS CRISTÃOS, JESUS NOS DEIXOU ESTE PRECIOSO PRESENTE, POR QUE RECUSAR?
http://gifsyfondospazenlatormenta.blogspot.com/search/label/VIRGEN%20MAR%C3%8DA%201Senhor, enviai o vossO Espírito Santo, fazei que nosso coração seja solo fértil para acolher A vossA Palavra e dar frutos que nos levem a todos nós à casa dO Pai!Amém.
Debaixo da vossa proteção, nós nos refugiamos, ó Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita.
Senhora nossa, Mãe da Igreja, Advogada nossa! Com vosso Filho reconciliai-nos; a vosso Filho recomendai-nos; a vosso Filho apresentai-nos. Rogo a vós, Mãe querida, pela pessoa que esteja lendo neste momento, que seu seja banido qualquer descrença em seu coração e que essa pessoa possa acolher estes ensinamentos com a Luz dO Espírito Santo de Deus para que conheça e permaneça nA VERDADE!
AMÉM
Antes de iniciarmos a leitura sobre os fundamentos bíblicos, vamos raciocinar um pouco...Jesus é Deus, não precisava de mãe pra nascer...Deus pode tudo! Mas nasceu de uma mulher...O FILHO DE DEUS!
Agora é só pensar...Deus..que é Deus Pai vai mandar seu ÚNICO Filho, que também é Deus, ser gerado em um corpo de uma mulher qualquer?????????????
É CLARO QUE NÃO, NÉ..É ÓBVIO!!!
Maria não só gerou Jesus, mas O SANGUE DE JESUS É O SANGUE DE MARIA...a única parte humana de Jesus foi herdada de Nossa Senhora já que O Pai Dele é O Espírito Santo!
Maria amamentou Jesus, trocou fraldas de Jesus, ensinou nosso Mestre a andar...e alguém tem coragem de dizer que Ela não é especial????????????
Não seja louco!!! Então Deus envia seu ÚNICO FILHO pra ter o sangue, ser gerado, criado, amamentado por uma mulher qualquer?????????????
Quem pensar assim, não parou para pensar!
Agora vamos aos fundamentos bíblicos:
Deus já nos disse de Maria desde Gênese, mas para entendermos Nossa Senhora, primeiro é necessário compreendermos a história da Salvação iniciada em Gênese 1,1-2.
Lembrando que a ciência e religião caminham juntas e o texto Gênese é simbólico como muitos outros na Bíblia. Não sabemos se houve um Adão ou vários, se sete dias podem ser 7 bilhões de anos, o barro pode ser o homem primitivo!...o que Deus quer realmente que vejamos é que Ele deu tudo ao homem e o homem o ofendeu...disse “Não” a Deus ao desobedecê-lo depois de dar ouvidos ao mal.
Temos essa história contada como uma parábola, que devemos entender o sentido, a mensagem de Nosso Pai Celeste.
O que deve ficar claro é a DESOBEDIÊNCIA DE NOSSOS PAIS( Adão e Eva) que TROUXE UM ABISMO ENTRE NÓS E DEUS!
Como? Por quê?
Deus deu tudo ao homem, colocou-o em um paraíso!!! Lá ele tinha alimentos, amor...Deus caminhava com o Adão e Eva, conversava com ele. Já pensou falarmos com Deus pessoalmente??? Só que como Pai disse para que eles não comessem o fruto proibido.
Desobedecer é o mesmo que dizer “não” a Deus e “sim” ao mal, é como se tivessem dado uma bofetada na face do criador.
Agora imagine você batendo em seu irmão de sangue! Sensação ruim,mas para alguns -normal.
Agora imagine você batendo em seu amigo! è...às vezes acontece!
Agora imagine você batendo em seus pais! Eita, ficou mais grave!
Agora imagine você batendo no Presidente da República! Mesmo que o presidente não queira incrimina-lo, é muito sério...será Prisão , na certa!
Agora imagine você batendo em Deus! Pela grandiosidade de Deus que é muito mais que um Presidente da República, a conseqüência do ato de Adão e Eva é O INFERNO!
Imediatamente, criou-se um abismo muito grande entre Deus e o Homem, é como se Adão abrisse a porta para todo Mal...ele que era puro ao lado de Deus, maculou –se e a todos os seus descendentes.
Filho de negro- nasce negro.
Filho de pecador- nasce pecador!
Somos descendentes de Adão e Eva, por isso nascemos pecadores!
Deus, no Seu imenso Amor, imediatamente ao acontecer o mal, já mostrou como seria a salvação:
Gênese 3,14-15
14.Então o Senhor Deus disse à serpente: “Porque fizeste isso, serás maldita entre todos os animais e feras dos campos; andarás de rastos sobre o teu ventre e comerás o pó todos os dias de tua vida. 15.Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça, e tu ferirás o calcanhar.”
Quem é “a mulher?”
Jesus mesmo nos responde:
(João, 2)
1.Três dias depois, celebravam-se bodas em Caná da Galiléia, e achava-se ali a mãe de Jesus. 2.Também foram convidados Jesus e os seus discípulos. 3.Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: Eles já não têm vinho. 4.Respondeu-lhe Jesus: Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou. 5.Disse, então, sua mãe aos serventes: Fazei o que ele vos disser. 6.Ora, achavam-se ali seis talhas de pedra para as purificações dos judeus, que continham cada qual duas ou três medidas. 7.Jesus ordena-lhes: Enchei as talhas de água. Eles encheram-nas até em cima. 8.Tirai agora , disse-lhes Jesus, e levai ao chefe dos serventes. E levaram. 9.Logo que o chefe dos serventes provou da água tornada vinho, não sabendo de onde era (se bem que o soubessem os serventes, pois tinham tirado a água), chamou o noivo 10.e disse-lhe: É costume servir primeiro o vinho bom e, depois, quando os convidados já estão quase embriagados, servir o menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora. 11.Este foi o primeiro milagre de Jesus; realizou-o em Caná da Galiléia. Manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele.
Jesus chamou Maria de Mulher não por falta de respeito! Que pretensão e falta de humildade quem pensa isso! Que Jesus a trataria e mostraria que ela é uma pessoa qualquer!!! Então Jesus, que é Deus, não respeitaria aquela que o amamentou, gerou e cuidou dele???????
Não tornem Jesus um filho ingrato, pelo Amor de Deus!
Jesus a chama de Mulher porque sabe que Ela esmagou a cabeça da serpente ao dizer : “ Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra” ( Lucas 1-38) Quando ela foi humilde , e abaixou-se à vontade de Deus, desfez-se o orgulho de Eva...Maria é a nova Eva, Maria é a Eva obediente a Deus!
Para desfazer o mal, era preciso o mesmo cenário...era preciso um Adão obediente e uma Eva obediente já que ambos foram culpados e cheios de soberba! Só que diante da grandiosidade de Deus não poderia ser um simples homem, teve que ser alguém que fosse homem ( como Adão ) e Divino ( como Deus) para que seu ato fosse grande o suficiente para apagar o mal causado . Por isso, Jesus é verdadeiramente homem em tudo, exceto no pecado, e verdadeiramente Deus , pois é Filho de Deus! Deus quis Maria participando do plano de salvação, ela desfaz o nó de Eva e Jesus desfaz o nó de Adão!
Quem esmagou e venceu o mal ?
“Mas estes vencram-na por causa do sangue do Cordeiro e de seu eloqüente testemunho.”(Apocalipse 12,11)
Nunca se esqueçam, Amados, o sangue de Jesus foi herdado de Maria...é o mesmo!!!
É só ler a Bíblia por completo- sem deixar se impregnar por bobagens ditas por alguns - que entenderemos isso claramente!
Ao lermos Apocalipse 12, percebemos claramente que A MULHER que a serpente PERSEGUE se trata de Maria, podemos também reconhecer a jgreja, Jerusalém...mas deixar de reconhecer Maria no texto, é impossível!
(Apocalipse 12)
1.Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. 2.Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz. 3.Depois apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão vermelho, com sete cabeças e dez chifres, e nas cabeças sete coroas. 4.Varria com sua cauda uma terça parte das estrelas do céu, e as atirou à terra. Esse Dragão deteve-se diante da Mulher que estava para dar à luz, a fim de que, quando ela desse à luz, lhe devorasse o filho. 5.Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono. 6.A Mulher fugiu então para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um retiro para aí ser sustentada por mil duzentos e sessenta dias. 7.Houve uma batalha no céu. Miguel e seus anjos tiveram de combater o Dragão. O Dragão e seus anjos travaram combate, 8.mas não prevaleceram. E já não houve lugar no céu para eles. 9.Foi então precipitado o grande Dragão, a primitiva Serpente, chamado Demônio e Satanás, o sedutor do mundo inteiro. Foi precipitado na terra, e com ele os seus anjos. 10.Eu ouvi no céu uma voz forte que dizia: Agora chegou a salvação, o poder e a realeza de nosso Deus, assim como a autoridade de seu Cristo, porque foi precipitado o acusador de nossos irmãos, que os acusava, dia e noite, diante do nosso Deus. 11.Mas estes venceram-no por causa do sangue do Cordeiro e de seu eloqüente testemunho. Desprezaram a vida até aceitar a morte. 12.Por isso alegrai-vos, ó céus, e todos que aí habitais. Mas, ó terra e mar, cuidado! Porque o Demônio desceu para vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta. 13.O Dragão, vendo que fora precipitado na terra, perseguiu a Mulher que dera à luz o Menino. 14.Mas à Mulher foram dadas duas asas de grande águia, a fim de voar para o deserto, para o lugar de seu retiro, onde é alimentada por um tempo, dois tempos e a metade de um tempo, fora do alcance da cabeça da Serpente. 15.A Serpente vomitou contra a Mulher um rio de água, para fazê-la submergir. 16.A terra, porém, acudiu à Mulher, abrindo a boca para engolir o rio que o Dragão vomitara. 17.Este, então, se irritou contra a Mulher e foi fazer guerra ao resto de sua descendência, aos que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus. 18.E ele se estabeleceu na praia.
Sabe-se que essa "Mulher", do Apocalipse, deu a luz um Filho, que é Jesus Cristo (Apc 12,5). Ora, a única mulher que foi mãe de Jesus Cristo é Maria.
Sabe-se que tal "Mulher" fugiu para o deserto onde Deus lhe preparou refúgio para fugir do Dragão que queria devorar seu Filho. Ora quem fugiu para o Egito, conforme a ordem dada por Deus para fugir de Herodes que queria matar Jesus, logo após ter dado a luz, foi Maria.
Sabe-se que tal "Mulher" fugiu para o deserto durante 1260 dias (Apc 12,6), ou ainda, por 3 tempos e meio (Apc 12,14). Se considerarmos cada tempo sendo 1 ano (365 dias) teremos um período bem próximo dos 1260 dias indicados no vs 6. Ora quem fugiu para o Egito e ficou por lá durante, aproximadamente, 3 anos e meio, foi Maria, que partiu para o lugar de seu refúgio logo após o nascimento de Jesus, em 7 a.c., e retornou com a morte de Herodes (Mt 2,15.19-21) em abril de 4 a.c.
( Cláudio Augusto)
Irmãos, cuidado com a serpente...não deixe ela fazer com você o que fez com Eva. Lembre-se da Palavra de Deus: Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela.( Gênese)
Lembre-se de que a serpente é que odeia a mulher. E o próprio Jesus, como vimos, nos mostra quem é A MULHER citada no Gênese. Depois temos a confirmação no Apocalipse!
Agora, se pergunte: Você é a descendência da Mulher que odeia a serpente ou a descendência da serpente que odeia A Mulher?
Você prefere imitar as atitudes da serpente da Bíblia ou de Isabel , mãe de João Batista?
Se você respondeu que prefere imitar Isabel, então veja como ela recebe Maria em sua casa:
9.Naqueles dias, Maria se levantou e foi às pressas às montanhas, a uma cidade de Judá. 40.Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel. 41.Ora, apenas Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança estremeceu no seu seio; e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.
42.E exclamou em alta voz: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. 43.Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor? 44.Pois assim que a voz de tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria no meu seio. 45.Bem-aventurada és tu que creste, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas! (Lucas 1- 39-43)
Vejam o que Isabel diz depois de estar cheia do Espírito Santo: 43.Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor?.
Primeiro ela ficou cheia dO Espírito Santo e então percebeu o quanto Maria é importante no plano de Deus! Simplesmente a voz de Maria fez com que ela ficasse cheia do Espírito Santo!
Ela é especial não por ela mesma, mas por ser A MÃE DE DEUS!
Ela é mãe de Jesus, Jesus é Deus, ela é mãe de Deus ( do Deus Filho)
Vejam o trecho da oração que nós, Católicos, fazemos diariamente. A saudação é a imitação das palavras do Anjo Gabriel:
Lucas 1,26-28
26.No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, 27.a uma virgem desposada com um homem que se chamava José, da casa de Davi e o nome da virgem era Maria. 28.Entrando, o anjo disse-lhe: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo.
“AVE- MARIA, CHEIA DE GRAÇA, O SENHOR É CONVOSCO”
Depois imitamos Isabel: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre ( Lucas 1-42)
“Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre ,Jesus.”
Seguimos o que a própria Bíblia nos diz:
46.E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor, 47.meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, 48.porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações, 49.porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo. (Lucas 1, 46-49)
Nós a proclamamos bem-aventurada! Nós somos a geração de Maria citada nesse trecho!
“SANTA MARIA, MÃE DE DEUS”
A quem você imita ? Á geração que a chama de bem-aventurada?Ao Anjo Gabriel ? À Isabel ? Ou à serpente que persegue A MULHER?
Por fim, não podemos nos esquecer que no momento de maior DOR para Nosso Senhor...em seu momento mais difícil...Ele nos deu a pessoa que mais o amou e sofreu por Ele na terra...sua mãe: 34.Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua mãe: Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e a ser um sinal que provocará contradições, 35.a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações. E uma espada transpassará a tua alma.(Lucas 2, 34-35)
E mesmo sentindo as piores dores, Jesus, lembra-se de nós...
25.Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. 26.Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: Mulher, eis aí teu filho. 27.Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E dessa hora em diante o discípulo a levou para a sua casa. ( Lucas 19,25-27)
Leia atentamente:
Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava- Jesus deu a própria MÃE ao discípulo que ele amava...SOMOS NÓS!!!
Observe que não se trata de nome...e mesmo se colocasse o nome, João era chamado por “discípulo amado”
Foi para os amados que Jesus entregou sua Mãe!
Nós, Católicos, abraçamos o presente de Jesus como discípulos amados e assim como o apóstolo fez, seguimos seu exemplo:
E dessa hora em diante o discípulo a levou para a sua casa.
Rogai por nós, os pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém!
A serpente odeia a oração da Ave- Maria, principalmente, no final quando dizemos “pecadores” pois sabe que o que mais Deus aprecia é a humildade ...é reconhecermos o quanto somos pecadores.
Amados, CUIDADO...a serpente faz de tudo para não fazermos essa oração!
Elevemos agora nossos olhos aos céus....
Obrigada, meu Jesus, pela sua mãe! Obrigada por termos ela conosco sempre!
Irmão, peça perdão a Deus, se você ofendeu a mãe de seu Senhor...imagine o quanto ele deve ter ficado triste! Nós que somos imperfeitos não gostamos que falem mal de nossa mãe, imagine Jesus!
peça perdão e ouça:
se você está lendo isso agora, é porque Deus quer que você conheça A Verdade e basta que você abaixe seus olhos, peça perdão e Ele lhe abraçará!
Não temas em receber Maria como mãe, foi o próprio Jesus quem deixou essa alegria para nós!
Não temas...sinta A presença e o Discernimento que Deus está lhe pondo agora....receba Maria como mãe e com ela receberá O Espírito Santo de Deus!
AMÉM! AMÉM! AMÉM!
Postado por Della Coelho
http://soucatolicoapostolicoromano.blogspot.com/2008/06/maria-realmente-me-de-todos-os-cristos.html
domingo, 22 de maio de 2011
ASSUNÇÃO DA VIRGEM MARIA, DOGMA DE FÉ

Esta é a maior das festas da Santíssima Virgem Maria; é a sua Assunção; a festa da sua entrada na glória, da sua plenitude como criatura, como mulher, como mãe, como discípula de Cristo Jesus. Como um rio, que após longa corrida deságua no mar, hoje, a Virgem Toda Santa deságua na glória de Deus: transfigurada no Espírito Santo, derramado pelo Cristo, ela está na glória do Pai!
Para compreendermos o profundo sentido do que celebramos, tomemos as palavras de São Paulo: “Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram. Com efeito, por um homem veio a morte e é também por um homem que vem a ressurreição dos mortos. Como em Adão todos morrem, em Cristo todos reviverão. Porém, cada qual segundo uma ordem determinada”. – Eis a nossa fé, o centro da nossa esperança: Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que adormeceram. Ele é o primeiro a ressuscitar, ele é a causa e o modelo da nossa ressurreição. Os que nele nascem pelo batismo, os que nele crêem e nele vivem, ressuscitarão com ele e como ele: logo após a morte ressuscitarão naquela dimensão imaterial que temos, núcleo da nossa personalidade, a que chamamos “alma”; e, no final dos tempos, quando todo o universo for glorificado, ressuscitaremos também no nosso corpo.
Assim, em todo o nosso ser, corpo e alma, estaremos, um dia, revestidos da glória de Cristo, nosso Salvador, estaremos plenamente conformados a ele!
Ora, a Igreja crê, desde os tempos antigos, que a Virgem Maria já entrou plenamente nessa glória. Aquilo que todos nós só teremos em plenitude no final dos tempos, a Santíssima Mãe de Deus, já recebeu logo após a sua morte. Ela é a “Mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos pés e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas”. Ela já está totalmente revestida da glória do Cristo, Sol de justiça – e esta glória é o próprio Espírito Santo que o Cristo Senhor nos dá.
Ela já pisa a lua, símbolo das mudanças e inconstâncias deste mundo que passa. Ela já está coroada com doze estrelas, porque é a Filha de Sião, filha perfeita do antigo Israel e Mãe do novo Israel, que é a Igreja. Assim, a Virgem, logo após a sua morte – doce como uma dormição -, foi elevado ao céu, à glória do seu Filho em todo o seu ser, corpo e alma. Aquela que esteve perfeitamente unida ao Filho na cruz (cf. Lc 2,34s; Jo 19,25ss), agora está perfeitamente unida a ele na glória. São Paulo não dissera, falando do Cristo morto e ressuscitado? “Fiel é esta palavra: Se com ele morremos, com ele viveremos. Se com ele sofremos, com ele reinaremos” (2Tm 2,12).
Eis! A Virgem que perfeitamente esteve unida ao seu Filho no caminho da cruz, perfeitamente foi unida a ele na glória da ressurreição. Aquela que sempre foi “plenamente agraciada” (Lc 1,28), de modo a não ter a mancha do pecado, não permaneceu na morte, salário do pecado. Assim, o que nós esperamos em plenitude para o fim dos tempos, a Virgem já experimenta agora e plenitude. Como é grande a salvação que o Cristo nos obteve! Como é grande a sua força salvífica ao realizar coisas tão grandes na sua Mãe!
Mas, a Festa de hoje não é somente da Virgem Maria. Primeiramente, ela glorifica o Cristo, Autor da nossa salvação, pois em Maria aparece a vitória sobre a morte, que Jesus nos conquistou. A liturgia hoje exclama: “Preservastes, ó Deus, da corrupção da morte aquela que gerou de modo inefável vosso próprio Filho feito homem, Autor de toda a vida”. Este senhorio de Cristo aparece hoje radiante na sua Mãe toda santa: em Maria, Cristo venceu a morte de Maria! Em segundo lugar, a festa de hoje é também festa da Igreja, de quem Maria é Mãe e figura. A liturgia canta: “Hoje, a Virgem Maria, Mãe de Deus, foi elevada à glória do céu. Aurora e esplendor da Igreja triunfante, ela é consolo e esperança para o vosso povo ainda em caminho”. Sim! A Mãe Igreja contempla a Mãe Maria e fica cheia de esperança, pois um dia, estará totalmente glorificada como ela, a Mãe de Jesus, já se encontra agora.
Finalmente, a festa é de cada um de nós, pois já vemos em Nossa Senhora aquilo que, pela graça de Cristo, o Pai preparou para todos nós: que sejamos totalmente glorificados na glória luminosa do Espírito do Filho morto e ressuscitado. Aquilo que a Virgem já possui plenamente, nós possuiremos também: logo após a morte, na nossa alma; no fim dos tempos, também no nosso corpo!
Estejamos atentos! A festa hodierna recorda o nosso destino, a nossa dignidade e a dignidade do nosso corpo. O mundo atual, por um lado exalta o corpo nas academias, no culto da forma física, da moda e da beleza exterior; por outro lado, entrega o corpo à sensualidade, à imoralidade, à droga, ao álcool… É comum escutarmos que o que importa é o “espírito”, que a matéria, o corpo passa… Os cristãos não aceitam isso! Nosso corpo é templo do Espírito Santo, nosso corpo ressuscitará, nosso corpo é dimensão indispensável do nosso eu. Um documento recente da Igreja sobre a relação homem-mulher, chamava-se atenção exatamente para essa questão: o corpo em si, para o mundo, parece que não significa muita coisa, que não tem uma linguagem própria, que não diz algo do que eu sou, da minha identidade – inclusive sexual.
Para nós, cristãos, o corpo integra profundamente a personalidade de cada um: meu corpo será meu por toda eternidade; meu corpo é parte de minha identidade por todo o sempre! Honremos, então nosso corpo: “O corpo não é para a fornicação e, sim, para o Senhor e o Senhor é para o corpo. Ora, Deus, que ressuscitou o Senhor, ressuscitará também a nós – em nosso corpo- pelo seu poder. Glorificai, portanto, a Deus em vosso corpo” (1Cor 6,14.20).
Então, caríssimos, olhemos para o céu, voltemos para lá o nosso coração! Celebremos! Com a Virgem Maria, hoje vencedora da morte, com a Igreja, que espera, um dia, triunfar totalmente como Maria Virgem, cantemos as palavras da Filha de Sião, da Mãe da Igreja, pensando na nossa vitória: “A minha alma engrandece o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque olhou para a humildade de sua serva. O Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor!” A ele a glória pelos séculos dos séculos. Amém.http://redemptionis-sacramentum.blogspot.com/2010/08/esta-e-maior-das-festas-da-santissima.html
IMACULADA CONCEIÇÃO DA VIRGEM MARIA, DOGMA DE FÉ

Em 1854, o Papa Pio IX definiu o dogma da Imaculada Conceição da Virgem Maria, através da bula Ineffabilis Deus.
As raízes dessa devoção se reportam ainda aos primeiros séculos da Cristandade. Já os Padres da Igreja do Oriente, de fato, ao exaltar a Mãe de Deus, usavam expressões que a colocavam acima do pecado original.
No entanto, qual é exatamente o significado desse dogma e como não confundi-lo com outros títulos referentes a Maria? A seguir, confira a explicação do mariólogo padre Stefano De Fiores.
Padre Stefano: É preciso evitar um equívoco: o de confundir a Imaculada Conceição, que diz respeito à pessoa de Maria, no primeiro instante de sua existência, com a virgindade de maria, que, ao contrário, é uma decisão na sua vida, quando está consciente, portanto, quando já cumpriu um bom caminho de anos, ao menos até a sua adolescência.
E poderíamos dizer que a Imaculada Conceição é isso: não é um privilégio que distancia Maria de nós, porque, antes das diferenças, está a igualdade. A igualdade está nisso: tanto Maria quanto nós somos redimidos em Cristo. Nós somos redimidos mediante a libertação do pecado, enquanto, para Maria, trata-se de uma preservação do pecado original, isto é, Jesus foi perfeitíssimo mediador para Maria enquanto não esperou que ela caísse em pecado para depois absolvê-la, mas a sua graça redentora foi tão forte a ponto de impedir que Maria caísse no pecado.
Pergunta: Como compreender, portanto, neste sentido, o livre arbítrio de Maria?
Padre Stefano: Maria foi protegida pela graça de maneira toda especial, mas essa graça não tolhe a liberdade, porque Deus não pode tratar a nós – por Ele criados livres – como se não fôssemos livres! E, de fato, a Maria é pedido o consenso para a Encarnação do Filho de Deus. Ela teria podido dizer ‘não’: sustentada pela graça, pôde dar aquele sim completo, total, perfeito de disponibilidade “sem qualquer peso de pecado”, diz o Concílio Vaticano II. E, portanto, com a plenitude da sua humanidade, pôde aderir a Deus entregando toda a sua vida à Palavra de Deus, à promessa que Deus havia feito de torná-la Mãe do Filho de Deus.
Pergunta: De que modo ler, viver a presença desta festividade na imediata proximidade do natal?
Padre Stefano: No Advento, nós temos a preparação que vem do profeta Isaías com o seu invencível otimismo, que nos leva a trabalhar por um mundo novo, por um mundo de paz. Depois, vem João Batista, que nos faz ver que é a via da conversão que pode verdadeiramente levar-nos à salvação; enfim, eis que vem Maria como a preparação radical para a vinda do Messias. De fato, Maria ensina-nos a plena disponibilidade, portanto, Maria é a preparação mais perfeita para que possamos acolher verdadeiramente o Verbo de Deus que se fez carne. Assim, como diz Bento XVI, agora não podemos mais fazer teologia sem mariologia, porque o nosso Deus é o Deus encarnado no ventre da Virgem Maria por obra do Espírito.Siga o Canção Nova Notícias no twitter.com/cnnoticias
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Maria, Mãe de Deus , DOGMA DE FÉ
"Donde me vem a dita que a Mãe de meu Senhor venha visitar-me?" (Lc 1,43)

O título "Théotokos" (Mãe de Deus) foi dado à Maria durante o Concílio de Éfeso (431), na Ásia Menor. A heresia de negar a maternidade divina de Nossa Senhora é muito anterior aos protestantes. Ela nasceu com Nestório, então Bispo de Constantinopla. Os protestantes retomaram esta heresia já sepultada pela Igreja de Cristo. Este é um problema de Cristologia e não de Mariologia. Vamos demonstrar através dos exemplos abaixo a autenticidade da doutrina católica.
Maria é Mãe de Deus, porque é Mãe de Jesus que é Deus.
Se perguntarmos a alguém se ele é filho de sua mãe, se esta verdadeiramente for a mãe dele, de certo nos lançará um olhar de espanto. E teria razão. O homem como sabemos é composto de corpo, alma e espírito. A minha mãe me deu meu corpo, a parte material deste conjunto trinitário que eu sou, sendo minha alma e espírito dados por Deus. E minha mãe que me deu a luz não é verdadeiramente minha mãe?
Apliquemos, agora, estas noções de bom senso ao caso da Maternidade divina de Nossa Senhora. Há em Nosso Senhor Jesus Cristo duas naturezas: a humana e a divina, constituindo uma só pessoa, a pessoa de Jesus. Nossa Santa Mãe é mãe desta pessoa, dando a ela somente a parte material, como nossa mãe também o faz. O Espírito e Alma de Cristo também vieram de Deus. Nossa mãe não é apenas mãe do nosso corpo, mas mãe de nossa pessoa. Assim também Maria é Mãe de Cristo. Ela não é a Mãe da Divindade ou da Trindade, mas é mãe de Cristo, a segunda pessoa da Santíssima Trindade, que também é Deus. Sendo Jesus Deus, Maria é Mãe de Deus.
A negação da Maternidade divina de Nossa Senhora é uma negação à Verdade, uma negação ao ensino dos Apóstolos de Cristo.
Provas da Sagrada Escritura
A Igreja Católica, sendo a única Igreja Fundada por Cristo, confirmada pelos Apóstolos e seus legítimos sucessores; sendo Ela a escritora, legitimadora e guardiã da Bíblia, jamais poderia ensinar algo que estivesse contra o Ensino da Bíblia.
Vejamos o que a Sagrada Escritura ensina sobre a Maternidade Divina de Nossa Senhora: 1. O profeta Isaías escreveu: "Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel [Deus conosco]." (Is 7,14). Claramente o profeta declara que o filho da virgem será divino, portanto a maternidade da virgem também é divina, o que a faz ser Mãe de Deus. 2. O Arcanjo Gabriel disse: "O Santo que há de nascer de ti será chamado Filho de Deus" (Lc 1,35). Se ele é filho de Deus, ele também é Deus e Maria é sua Mãe, portanto Mãe de Deus.
Isaías também escreveu o mesmo em Is 7,14. 3. Cheia do Espírito Santo, Santa Izabel saudou Maria dizendo: "Donde a mim esta dita de que a mãe do meu Senhor venha ter comigo"? (Lc 1,43) E Mãe de meu Senhor quer dizer Mãe do meu Deus, portanto Mãe de Deus. 4. São Paulo ainda escreveu: "Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei." (Gl. 4,4). São Paulo claramente afirma que uma mulher foi a Mãe do filho de Deus, portanto Mãe de Deus.
Tendo a Sagrada Escritura seu berço na Igreja, portanto sendo menor que Ela, vemos como está de acordo com o ensino da mesma.
A Doutrina dos Santos Padres
Será que os Apóstolos de Cristo concordavam com a Maternidade Divina de Nossa Senhora? Pois segundo os protestantes, a Igreja Católica inventou a maternidade divina de Maria no século V durante o Concílio de Éfeso.

Vejamos o que diz o Apóstolo Santo André: "Maria é Mãe de Deus, resplandecente de tanta pureza, e radiante de tanta beleza, que, abaixo de Deus, é impossível imaginar maior, na terra ou no céu". (Sto Andreas Apost. in trasitu B. V., apud Amad.)

Veja agora o testemunho de São João Apóstolo: "Maria, é verdadeiramente Mãe de Deus, pois concebeu e gerou um verdadeiro Deus, deu a luz, não um simples homem como as outras mães, mas Deus unido à carne humana." (S. João Apost. Ibid)

São Tiago: "Maria é Santíssima, a Imaculada, a gloriosíssima Mãe de Deus" (S. Jac. in Liturgia)

São Dionísio Areopagita: "Maria é feita Mãe de Deus, para a salvação dos infelizes." (S. Dion. in revel. S. Brigit.)

Orígenes escreveu: "Maria é Mãe de Deus, unigênito do Rei e criador de tudo o que existe" (Orig. Hom I, in divers. - Sec. II )

Santo Atanásio diz: "Maria é Mãe de Deus, completamente intacta e impoluta." (Sto. Ath. Or. in pur. B.V.)

Santo Efrém: "Maria é Mãe de Deus sem culpa" (S. Ephre. in Thren. B.V.).

São Jerônimo: "Maria é verdadeiramente Mãe de Deus" (S. Jerôn. in Serm. Ass. B.V.).

Santo Agostinho: "Maria é Mãe de Deus, feita pela mão de Deus" (S. Agost. in orat. ad heres.).
Todos os Santos Padres afirmaram, em amor e veneração, a maternidade divina de Nossa Senhora. Cansaria citar todos os testemunhos primitivos.
Agora uma surpresa para os protestantes. Lutero e Calvino sempre veneraram a Santíssima Virgem. Veja abaixo o testemunho dos pais da Reforma:
"Quem são todas as mulheres, servos, senhores, príncipes, reis monarcas da Terra, comparados com a Virgem Maria que, nascida de descendência real (descendente do rei Davi) é, além disso, Mãe de Deus, a mulher mais sublime da Terra? Ela é, na cristandade inteira, o mais nobre tesouro depois de Cristo, a quem nunca poderemos exaltar o suficiente, a mais nobre imperatriz e rainha, exaltada e bendita acima de toda a nobreza, com sabedoria e santidade." (Martinho Lutero no comentário do Magnificat - cf. escritora evangélica M. Basilea Schlink, revista Jesus vive e é o Senhor).
"Não há honra, nem beatitude, que se aproxime sequer, por sua elevação, da incomparável prerrogativa, superior a todas as outras, de ser a única pessoa humana que teve um Filho em comum com o Pai Celeste" (Martinho Lutero - Deutsche Schriften, 14,250).
"Não podemos reconhecer as bênçãos que nos trouxe Jesus, sem reconhecer ao mesmo tempo quão imensamente Deus honrou e enriqueceu Maria, ao escolhê-la para Mãe de Deus." (Calvino - Comm. Sur I'Harm. Evang., 20)
A negação da Maternidade divina de Nossa Senhora é uma negação à Verdade, é negar a Divindade de Cristo, é negar o ensino dos Apóstolos de Cristo.
O Concílio Ecumênico de Éfeso
Quando o heresiarca Ario divulgou o seu erro, negando a divindade da pessoa de Jesus Cristo, a Providência Divina fez aparecer o intrépido Santo Atanásio para confundí-lo, assim como fez surgir Santo Agostinho para suplantar o herege Pelágio, e São Cirilo de Alexandria para refutar os erros de Nestório, que haviam semeado a perturbação e a indignação no Oriente.
Em 430, o Papa São Celestino I, num concílio de Roma, examinou a doutrina de Nestório que lhe fora apresentada por São Cirilo e condenou-a anti-católica, herética.
São Cirilo formulou a condenação em doze proposições, chamadas os doze anátemas, em que resumia toda a doutrina católica a este respeito.
Pode-se resumi-la em três pontos: 1. Em Jesus Cristo, o Filho do homem não é pessoalmente distinto do Filho de Deus; 2. A Virgem Santíssima é verdadeiramente a Mãe de Deus, por ser a Mãe de Jesus Cristo, que é Deus; 3. Em virtude da união hipostática, há comunicações de idiomas, isto é, denominações, propriedades e ações das duas naturezas em Jesus Cristo, que podem ser atribuídas à sua pessoa, de modo que se pode dizer: Deus morreu por nós, Deus salvou o mundo, Deus ressuscitou.
Para exterminar completamente o erro, e restringir a unidade de doutrina ao mundo, o Papa resolveu reunir o Concílio de Éfeso (na Ásia Menor), em 431, convidando todos os bispos do mundo. Perto de 200 bispos, vindos de todas as partes do orbe, reuniram-se em Éfeso. São Cirilo presidiu a assembléia em nome do Papa. Nestório recusou comparecer perante aos bispos unidos. Desde a primeira sessão a heresia foi condenada. Sobre um trono, no centro da assembléia, os bispos colocaram o Santo Evangelho, para representar a assistência de Jesus Cristo, que prometera estar com a sua Igreja até a consumação dos séculos, espetáculo santo e imponente que desde então foi adotado em todos os concílios. Os bispos cercando o Evangelho e o representante do Papa, pronunciaram unânimes e simultaneamente a definição proclamando que Maria é verdadeiramente Mãe de Deus. Nestório deixou de ser, desde então, bispo de Constantinopla. Quando a multidão ansiosa que rodeava a Igreja de Santa Maria Maior, onde se reunia o concílio, soube da definição que proclamava Maria Mãe de Deus, num imenso brado ecoou a exclamação: "Viva Maria, Mãe de Deus! Foi vencido o inimigo da Virgem! Viva a grande, a augusta, a gloriosa Mãe de Deus!"
Em memória desta solene definição, o concílio juntou à saudação angélica estas palavras simples e expressivas: "Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte".
http://redemptionis-sacramentum.blogspot.com/2011/02/maria-mae-de-deus.html
O título "Théotokos" (Mãe de Deus) foi dado à Maria durante o Concílio de Éfeso (431), na Ásia Menor. A heresia de negar a maternidade divina de Nossa Senhora é muito anterior aos protestantes. Ela nasceu com Nestório, então Bispo de Constantinopla. Os protestantes retomaram esta heresia já sepultada pela Igreja de Cristo. Este é um problema de Cristologia e não de Mariologia. Vamos demonstrar através dos exemplos abaixo a autenticidade da doutrina católica.
Maria é Mãe de Deus, porque é Mãe de Jesus que é Deus.
Se perguntarmos a alguém se ele é filho de sua mãe, se esta verdadeiramente for a mãe dele, de certo nos lançará um olhar de espanto. E teria razão. O homem como sabemos é composto de corpo, alma e espírito. A minha mãe me deu meu corpo, a parte material deste conjunto trinitário que eu sou, sendo minha alma e espírito dados por Deus. E minha mãe que me deu a luz não é verdadeiramente minha mãe?
Apliquemos, agora, estas noções de bom senso ao caso da Maternidade divina de Nossa Senhora. Há em Nosso Senhor Jesus Cristo duas naturezas: a humana e a divina, constituindo uma só pessoa, a pessoa de Jesus. Nossa Santa Mãe é mãe desta pessoa, dando a ela somente a parte material, como nossa mãe também o faz. O Espírito e Alma de Cristo também vieram de Deus. Nossa mãe não é apenas mãe do nosso corpo, mas mãe de nossa pessoa. Assim também Maria é Mãe de Cristo. Ela não é a Mãe da Divindade ou da Trindade, mas é mãe de Cristo, a segunda pessoa da Santíssima Trindade, que também é Deus. Sendo Jesus Deus, Maria é Mãe de Deus.
A negação da Maternidade divina de Nossa Senhora é uma negação à Verdade, uma negação ao ensino dos Apóstolos de Cristo.
Provas da Sagrada Escritura
A Igreja Católica, sendo a única Igreja Fundada por Cristo, confirmada pelos Apóstolos e seus legítimos sucessores; sendo Ela a escritora, legitimadora e guardiã da Bíblia, jamais poderia ensinar algo que estivesse contra o Ensino da Bíblia.
Vejamos o que a Sagrada Escritura ensina sobre a Maternidade Divina de Nossa Senhora: 1. O profeta Isaías escreveu: "Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel [Deus conosco]." (Is 7,14). Claramente o profeta declara que o filho da virgem será divino, portanto a maternidade da virgem também é divina, o que a faz ser Mãe de Deus. 2. O Arcanjo Gabriel disse: "O Santo que há de nascer de ti será chamado Filho de Deus" (Lc 1,35). Se ele é filho de Deus, ele também é Deus e Maria é sua Mãe, portanto Mãe de Deus.
Isaías também escreveu o mesmo em Is 7,14. 3. Cheia do Espírito Santo, Santa Izabel saudou Maria dizendo: "Donde a mim esta dita de que a mãe do meu Senhor venha ter comigo"? (Lc 1,43) E Mãe de meu Senhor quer dizer Mãe do meu Deus, portanto Mãe de Deus. 4. São Paulo ainda escreveu: "Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei." (Gl. 4,4). São Paulo claramente afirma que uma mulher foi a Mãe do filho de Deus, portanto Mãe de Deus.
Tendo a Sagrada Escritura seu berço na Igreja, portanto sendo menor que Ela, vemos como está de acordo com o ensino da mesma.
A Doutrina dos Santos Padres
Será que os Apóstolos de Cristo concordavam com a Maternidade Divina de Nossa Senhora? Pois segundo os protestantes, a Igreja Católica inventou a maternidade divina de Maria no século V durante o Concílio de Éfeso.

Vejamos o que diz o Apóstolo Santo André: "Maria é Mãe de Deus, resplandecente de tanta pureza, e radiante de tanta beleza, que, abaixo de Deus, é impossível imaginar maior, na terra ou no céu". (Sto Andreas Apost. in trasitu B. V., apud Amad.)

Veja agora o testemunho de São João Apóstolo: "Maria, é verdadeiramente Mãe de Deus, pois concebeu e gerou um verdadeiro Deus, deu a luz, não um simples homem como as outras mães, mas Deus unido à carne humana." (S. João Apost. Ibid)

São Tiago: "Maria é Santíssima, a Imaculada, a gloriosíssima Mãe de Deus" (S. Jac. in Liturgia)

São Dionísio Areopagita: "Maria é feita Mãe de Deus, para a salvação dos infelizes." (S. Dion. in revel. S. Brigit.)

Orígenes escreveu: "Maria é Mãe de Deus, unigênito do Rei e criador de tudo o que existe" (Orig. Hom I, in divers. - Sec. II )

Santo Atanásio diz: "Maria é Mãe de Deus, completamente intacta e impoluta." (Sto. Ath. Or. in pur. B.V.)

Santo Efrém: "Maria é Mãe de Deus sem culpa" (S. Ephre. in Thren. B.V.).

São Jerônimo: "Maria é verdadeiramente Mãe de Deus" (S. Jerôn. in Serm. Ass. B.V.).

Santo Agostinho: "Maria é Mãe de Deus, feita pela mão de Deus" (S. Agost. in orat. ad heres.).
Todos os Santos Padres afirmaram, em amor e veneração, a maternidade divina de Nossa Senhora. Cansaria citar todos os testemunhos primitivos.
Agora uma surpresa para os protestantes. Lutero e Calvino sempre veneraram a Santíssima Virgem. Veja abaixo o testemunho dos pais da Reforma:
"Quem são todas as mulheres, servos, senhores, príncipes, reis monarcas da Terra, comparados com a Virgem Maria que, nascida de descendência real (descendente do rei Davi) é, além disso, Mãe de Deus, a mulher mais sublime da Terra? Ela é, na cristandade inteira, o mais nobre tesouro depois de Cristo, a quem nunca poderemos exaltar o suficiente, a mais nobre imperatriz e rainha, exaltada e bendita acima de toda a nobreza, com sabedoria e santidade." (Martinho Lutero no comentário do Magnificat - cf. escritora evangélica M. Basilea Schlink, revista Jesus vive e é o Senhor).
"Não há honra, nem beatitude, que se aproxime sequer, por sua elevação, da incomparável prerrogativa, superior a todas as outras, de ser a única pessoa humana que teve um Filho em comum com o Pai Celeste" (Martinho Lutero - Deutsche Schriften, 14,250).
"Não podemos reconhecer as bênçãos que nos trouxe Jesus, sem reconhecer ao mesmo tempo quão imensamente Deus honrou e enriqueceu Maria, ao escolhê-la para Mãe de Deus." (Calvino - Comm. Sur I'Harm. Evang., 20)
A negação da Maternidade divina de Nossa Senhora é uma negação à Verdade, é negar a Divindade de Cristo, é negar o ensino dos Apóstolos de Cristo.
O Concílio Ecumênico de Éfeso
Quando o heresiarca Ario divulgou o seu erro, negando a divindade da pessoa de Jesus Cristo, a Providência Divina fez aparecer o intrépido Santo Atanásio para confundí-lo, assim como fez surgir Santo Agostinho para suplantar o herege Pelágio, e São Cirilo de Alexandria para refutar os erros de Nestório, que haviam semeado a perturbação e a indignação no Oriente.
Em 430, o Papa São Celestino I, num concílio de Roma, examinou a doutrina de Nestório que lhe fora apresentada por São Cirilo e condenou-a anti-católica, herética.
São Cirilo formulou a condenação em doze proposições, chamadas os doze anátemas, em que resumia toda a doutrina católica a este respeito.
Pode-se resumi-la em três pontos: 1. Em Jesus Cristo, o Filho do homem não é pessoalmente distinto do Filho de Deus; 2. A Virgem Santíssima é verdadeiramente a Mãe de Deus, por ser a Mãe de Jesus Cristo, que é Deus; 3. Em virtude da união hipostática, há comunicações de idiomas, isto é, denominações, propriedades e ações das duas naturezas em Jesus Cristo, que podem ser atribuídas à sua pessoa, de modo que se pode dizer: Deus morreu por nós, Deus salvou o mundo, Deus ressuscitou.
Para exterminar completamente o erro, e restringir a unidade de doutrina ao mundo, o Papa resolveu reunir o Concílio de Éfeso (na Ásia Menor), em 431, convidando todos os bispos do mundo. Perto de 200 bispos, vindos de todas as partes do orbe, reuniram-se em Éfeso. São Cirilo presidiu a assembléia em nome do Papa. Nestório recusou comparecer perante aos bispos unidos. Desde a primeira sessão a heresia foi condenada. Sobre um trono, no centro da assembléia, os bispos colocaram o Santo Evangelho, para representar a assistência de Jesus Cristo, que prometera estar com a sua Igreja até a consumação dos séculos, espetáculo santo e imponente que desde então foi adotado em todos os concílios. Os bispos cercando o Evangelho e o representante do Papa, pronunciaram unânimes e simultaneamente a definição proclamando que Maria é verdadeiramente Mãe de Deus. Nestório deixou de ser, desde então, bispo de Constantinopla. Quando a multidão ansiosa que rodeava a Igreja de Santa Maria Maior, onde se reunia o concílio, soube da definição que proclamava Maria Mãe de Deus, num imenso brado ecoou a exclamação: "Viva Maria, Mãe de Deus! Foi vencido o inimigo da Virgem! Viva a grande, a augusta, a gloriosa Mãe de Deus!" Em memória desta solene definição, o concílio juntou à saudação angélica estas palavras simples e expressivas: "Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte".
http://redemptionis-sacramentum.blogspot.com/2011/02/maria-mae-de-deus.html
DOGMAS DE NOSSA SENHORA.
Olá, hoje vou trazer um assunto referente a Maria, que todos que amam maria precisa saber.
Espero que voce ache útil... pois tude que se refere a nossa maezinha é muito importante para o nosso crescimento espiritual e fortalecer nossa fé.

Dogmas da Igreja Católica
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Igreja Católica
Portal sobre o Cristianismo
Na Igreja Católica Romana, um dogma é uma verdade absoluta, definitiva, imutável, infalível, inquestionável e absolutamente segura sobre a qual não pode pairar nenhuma dúvida . Uma vez proclamado solenemente, nenhum dogma pode ser revogado ou negado, nem mesmo pelo Papa ou por decisão conciliar Por isso, os dogmas constituem a base inalterável de toda a Doutrina católica e qualquer católico é obrigado a aderir, aceitar e acreditar nos dogmas de uma maneira irrevogável
Os dogmas têm estas características porque os católicos romanos confiam que um dogma é uma verdade que está contida, implicita ou explicitamente, na imutável Revelação divina ou que tem com ela uma "conexão necessária" . Para que estas verdades se tornem em dogmas, elas precisam ser propostas pela Igreja Católica diretamente à sua fé e à sua doutrina, através de uma definição solene e infalível pelo Supremo Magistério da Igreja (Papa ou Concílio ecuménico com o Papa e do posterior ensinamento destas pelo Magistério ordinário da Igreja. Para que tal proclamação ou clarificação solene aconteça, são necessárias duas condições:
o sentido deve estar suficientemente manifestado como sendo uma autêntica verdade revelada por Deus
a verdade ou doutrina em causa deve ser proposta e definida solenemente pela Igreja como sendo uma verdade revelada e uma parte integrante da fé católica
Mas, "a definição dos dogmas ao longo da história da Igreja não quer dizer que tais verdades só tardiamente tenham sido re veladas, mas que se tornaram mais cla ras e úteis para a Igreja na sua progressão na fé" Por isso, a definição gradual dos dogmas não é contraditório com a crença católica de que a Revelação divina é inalterável, definitiva e imutável desde da ascensão de Jesus.
Os mais importantes dogmas, que tratam de assuntos como a Santíssima Trindade e Jesus Cristo, "fo ram definidos nos primeiros concílios ecuménicos; o Concílio Vaticano I foi o último a definir verdades dogmáti cas (primado e infalibilidade do Papa)". As definições de dogmas "mais recentes estão a da Imaculada Conceição [...] (1854) e da Assunção de Nossa Senhora [...] (1950)"
1Ensinamentos dogmáticos da Igreja Católica
1.1 Perpétua Virgindade de Maria
1.2 Mãe de Deus
1.3 Imaculada Conceição da Virgem Maria
1.4 Assunção da Virgem Maria
2 Outras doutrinas
2.1 Maria é a Mãe de todos os cristãos
2.2 Medianeira
2.3 Co-Redentora
2.4 Rainha do Céu
2.5 Reparações à Virgem Maria
2.6 Títulos
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dogmas_da_Igreja_Cat%C3%B3lica
Espero que voce ache útil... pois tude que se refere a nossa maezinha é muito importante para o nosso crescimento espiritual e fortalecer nossa fé.

Dogmas da Igreja CatólicaOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Igreja Católica
Portal sobre o Cristianismo
Na Igreja Católica Romana, um dogma é uma verdade absoluta, definitiva, imutável, infalível, inquestionável e absolutamente segura sobre a qual não pode pairar nenhuma dúvida . Uma vez proclamado solenemente, nenhum dogma pode ser revogado ou negado, nem mesmo pelo Papa ou por decisão conciliar Por isso, os dogmas constituem a base inalterável de toda a Doutrina católica e qualquer católico é obrigado a aderir, aceitar e acreditar nos dogmas de uma maneira irrevogável
Os dogmas têm estas características porque os católicos romanos confiam que um dogma é uma verdade que está contida, implicita ou explicitamente, na imutável Revelação divina ou que tem com ela uma "conexão necessária" . Para que estas verdades se tornem em dogmas, elas precisam ser propostas pela Igreja Católica diretamente à sua fé e à sua doutrina, através de uma definição solene e infalível pelo Supremo Magistério da Igreja (Papa ou Concílio ecuménico com o Papa e do posterior ensinamento destas pelo Magistério ordinário da Igreja. Para que tal proclamação ou clarificação solene aconteça, são necessárias duas condições:
o sentido deve estar suficientemente manifestado como sendo uma autêntica verdade revelada por Deus
a verdade ou doutrina em causa deve ser proposta e definida solenemente pela Igreja como sendo uma verdade revelada e uma parte integrante da fé católica
Mas, "a definição dos dogmas ao longo da história da Igreja não quer dizer que tais verdades só tardiamente tenham sido re veladas, mas que se tornaram mais cla ras e úteis para a Igreja na sua progressão na fé" Por isso, a definição gradual dos dogmas não é contraditório com a crença católica de que a Revelação divina é inalterável, definitiva e imutável desde da ascensão de Jesus.
Os mais importantes dogmas, que tratam de assuntos como a Santíssima Trindade e Jesus Cristo, "fo ram definidos nos primeiros concílios ecuménicos; o Concílio Vaticano I foi o último a definir verdades dogmáti cas (primado e infalibilidade do Papa)". As definições de dogmas "mais recentes estão a da Imaculada Conceição [...] (1854) e da Assunção de Nossa Senhora [...] (1950)"
1Ensinamentos dogmáticos da Igreja Católica
1.1 Perpétua Virgindade de Maria
1.2 Mãe de Deus
1.3 Imaculada Conceição da Virgem Maria
1.4 Assunção da Virgem Maria
2 Outras doutrinas
2.1 Maria é a Mãe de todos os cristãos
2.2 Medianeira
2.3 Co-Redentora
2.4 Rainha do Céu
2.5 Reparações à Virgem Maria2.6 Títulos
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dogmas_da_Igreja_Cat%C3%B3lica
A Virgindade Perpétua de Maria, Dogma de fé

O que ensina a nossa Fé a esse respeito? O Catecismo da Igreja Católica, no nº 501, diz textualmente: “Jesus é o único filho de Maria.” Desta forma, estando bem sintetizado no Catecismo, Jesus não teve irmãos e irmãs de sangue, e isso testemunha claramente o Dogma da Perpétua Virgindade de Maria.
Esta verdade de fé vem sendo contestada pelos protestantes que, lendo superficialmente o Evangelho, lá encontram referências a “irmãos” de Jesus. De fato, os evangelistas realmente nos falam a respeito dos supostos irmãos. Vejamos o que São Mateus diz:
“Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos, Tiago, José, Simão e Judas? Não vivem entre nós todas as suas irmãs?” (Mt 13,55-56).
O Evangelho de Mateus, como lemos, não só fala de irmãos, como também nos revelam seus nomes: Tiago, José, Simão e Judas.
Vejamos agora a versão de São Marcos: “Não é este o filho do carpinteiro? Filho de Maria e irmão de Tiago, José, Judas e Simão?” (Mc 6,3). Assim vemos que também Marcos nomeia os ditos irmãos de Jesus.
Também no Evangelho de São Lucas se fala deles: “Vieram ter com ele sua mãe e seus irmãos, e não podiam aproximar-se por causa da concorrência de povo” (Lc 8,19).
Finalmente, o 4º Evangelho, o de São João, nos relata: “Depois disto desceu ele para Cafarnaum , com sua mãe, seus irmãos e seus discípulos.” (Jo 2,12).
E não somente nos Evangelhos, mas também nos Atos dos Apóstolos encontramos referências aos irmãos de Jesus: “Todos estes perseveraram unânimes em oração, com as mulheres, estando entre elas Maria, a mãe de Jesus, e com os irmãos dele.” (At 1,14).
O que temos visto é que estas passagens, volta e meia, são jogadas como pedras nos católicos, parecendo dar aos protestantes e testemunhas-de-jeová um braço forte. Com isso, vem-se, então à mente, uma conclusão quase óbvia: se os evangelhos falam de irmãos de Jesus, como podemos nós, católicos, acreditar no Dogma da Virgindade Perpétua de Maria? Jesus teve mesmo irmãos de sangue, como sugerem os evangélicos. A resposta quem dá é a própria Bíblia: NÃO!
Como vimos, os irmãos de Jesus seriam: TIAGO, JOSÉ, JUDAS E SIMÃO. Seriam eles filhos de Maria e de José? NÃO! As Escrituras testemunham que eles tinham outro pai e outra mãe, que não era José, muito menos Nossa Senhora. Vejamos:
Dos únicos dois Tiagos que a Bíblia fala, um é filho de Alfeu (ou Cléofas) e outro filho de Zebedeu. Isso nos afirma o Evangelista Mateus: “Tiago, filho de Zebedeu (...) Tiago, filho de Alfeu e (Judas) Tadeu.” (Mt 10, 2-3). Mateus nos revela ainda o nome da mãe de Tiago e José: “Entre elas estavam Maria Madalena, Maria mãe de Tiago e José, e a mãe dos filhos de Zebedeu.”
Assim vemos que o pai de Tiago e José, descritos como irmãos de Jesus, era Alfeu (Cléofas) e sua mãe se chamava Maria. Mas essa Maria era a mesma mãe de Jesus? NÃO! Quem testemunha agora é o evangelista João, que mostra que esta Maria aparece ao lado da Mãe de Jesus, na ocasião da crucificação: “E junto à cruz estavam a Mãe de Jesus, a irmã da mãe dele, Maria de Cléofas, e Maria Madalena.” (Jo 19,25).
Sendo assim, se a Mãe de Jesus estava junto à Maria de Cléofas, mãe de Tiago e José, logo somos levados a crer que não se trata de uma mesma pessoa. Não sei se o prezado leitor percebeu, mas o Evangelista João chama esta Maria de irmã da mãe de Jesus. Percebeu? Releia: “E junto à cruz estavam a Mãe de Jesus, a irmã da mãe dele, Maria de Cléofas, e Maria Madalena.” (Jo 19,25).
Portanto, se o Evangelho estiver correto – e como católicos, cremos que está – então, concluímos que, se Maria de Cléofas era irmã de Nossa Senhora, então Tiago e José eram primos de Jesus. E isto está no Evangelho, como vimos.
Mas e Judas? Ele também é citado na lista dos “irmãos” de Jesus. E é o próprio Judas Tadeu quem esclarece, no início da sua Epístola: “Judas, servo de Jesus Cristo e irmão de Tiago.” (Jd 1,1)
Recaptulando: Tiago, José e Judas eram irmãos sangüíneos entre si, filhos do mesmo pai e da mesma mãe: e também eram sobrinhos de Nossa Senhora, portanto, primos de Jesus.
Quanto a Simão, as provas vem de Hesegipo, um historiador do primeiro século, que o inclui entre os filhos de Maria e Alfeu.
São chamados de “irmãos” nos Evangelhos, pelo fato de que, na língua hebraica, falada pelo povo da época, não havia um termo específico para “primos”. O termo “ah” era empregado para designar parentes de até segundo grau.
Uma outra coisa que nos leva a crer que a Família de Nazaré era composta por três membros apenas, está no início do Evangelho de São Lucas, quando Jesus é encontrado no Templo em Jerusalém, aos 12 anos, pregando aos doutores. De acordo com a lei judaica, toda a família deveria peregrinar a Jerusalém, por ocasião da Páscoa (Dt 16,1-6; 2Cr 30,1-20; 35,1-19; 2Rs 23,21-23; Esd 6,19-22). Mas de acordo com Lucas, apenas José, Maria e Jesus subiram a Jerusalém: “Ora, anualmente iam seus pais a Jerusalém, para a festa da Páscoa. Quando ele atingiu os doze anos, subiram, segundo o costume da festa.” (Lc 1,41) Também Maria afirma que apenas ela e José procuraram Jesus, quando ele se perdeu: “Filho, por que fizeste assim conosco? Teu PAI e EU, aflitos, estamos à tua procura.” (Lc 1,48) Ora, prezado leitor, se Maria tivesse mesmo outros filhos, ela certamente diria: “Teu pai, teus irmãos e eu, aflitos, estamos à tua procura.” Mas, como vimos, eles não são mencionados entre os integrantes da Sagrada Família.
Outra passagem que nos afirma que Maria não tinha filhos, está no já citado trecho sobre a crucificação. Ali, do meio das terríveis dores, Jesus, preocupado com a Mãe, confere a João, “o discípulo que ele amava”, a tarefa de acolher Maria em sua casa. Jesus disse claramente: “Eis aí tua Mãe” e “Mulher, eis aí teu Filho.” (Jo 19,27). Ora, se Jesus tivesse mesmo irmãos de sangue, Ele não precisaria ter deixado sua Mãe com um apóstolo. E isso se reforça, se levarmos em consideração a lei que mandava que, no caso da morte do filho mais velho, o irmão imediatamente mais moço, deveria assumir os cuidados da genitora. Mas, como Jesus não tinha irmãos, ele precisou deixar sua Mãe com São João. E isto também está na Bíblia.
Há ainda um trecho muito polêmico dos Evangelhos que diz: “(José) levou Maria para casa e, sem ter relações com ela, Maria deu à luz um filho.” (Mt 1,24). Contudo, na versão protestante de João Ferreira de Almeida, está assim narrado: “Contudo, não a conheceu ENQUANTO ela deu à luz um filho.” Esta é na verdade, uma “tradução” tendenciosa que visa insinuar que José e Maria não coabitaram apenas no período da gravidez, sendo que, após isto, eles passaram a ter uma vida sexual normal. Entretanto, trata-se de uma versão corrigida da Bíblia de Almeida, pois nas versões mais antigas (e não menos tendenciosas) se lê: “Contudo, não a conheceu ATÉ que ela deu à luz um filho.” À primeira vista, nos parece não haver muitas diferenças entre os termos, mas se analisarmos, veremos que na Bíblia, a palavra “até” tem outra conotação. É o que percebemos também neste caso (ainda na versão protestante): “Mical, filha de Saul, não teve filhos ATÉ o dia de sua morte.” (2Sm 6,23). Aqui, de modo mais evidente, fica claro que a palavra “até” indica uma continuidade daquilo que já se vivia antes. Neste caso, vemos que Mical não teve filhos até a morte. Mas será que depois da morte ela teve filhos? Lógico que não! Pois a palavra “até” sugere que a situação de Mical permaneceu a mesma após a morte. Isto também ocorre no caso do Evangelho. “José não conheceu “até” que ela deu à luz um filho.” Portanto, se ela era virgem ates, permaneceu também depois. Assim como Mical que “não teve filhos até o dia de sua morte.”
Ah, lembro ao estimado leitor que a Fé no Dogma da Virgindade Perpétua de Maria não é exclusividade católica. Os principais reformadores protestantes também dão testemunho disso. Veja, por exemplo, o que nos fala o fundador do Protestantismo, Martinho Lutero:
“Um só Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, nascido da Virgem Maria.” (Martinho Lutero, “Apologia da Confissão de Fé de Augsburg”, art. IX)
“O Filho de Deus fez-se homem, de modo a ser concebido do Espírito Santo sem o auxílio de varão e a nascer de Maria pura, santa e sempre virgem.” (Martinho Lutero, “Artigos da Doutrina Cristã”)
O que nós vemos, porém, é que os seguidores de Lutero não dão tanta atenção às suas palavras, pelo menos àquelas que não lhes convém.
Outro Reformador, o suíço Zwinglio, também cria na Virgindade Perpétua de Maria:
“Firmemente creio, segundo as palavras do Evangelho, que Maria, como virgem pura, nos gerou o Filho de Deus e que, tanto no parto, quanto após o mesmo, permaneceu virgem pura e íntegra.” (Zwinglio, em “Corpus Reformatorum”)
Se junta ainda à lista dos Fundadores crentes na Doutrina da Virgindade Perpétua, o Fundador da Igreja Metodista, John Wesley:
“Creio que (Jesus) foi feito homem, unindo a natureza humana à divina em uma só pessoa; sendo concebido pela obra singular do Espírito Santo, nascido da abençoada Virgem Maria que, tanto antes como depois de dá-lo à luz, continuou virgem, pura e imaculada.” (John Wesley, numa carta datada em 18 de julho de 1749.)
Com tudo isso, fica mais do que evidente que Jesus não possuía irmãos, nem meio-irmãos, mas primos, filhos de uma irmã de Maria (que também poderia ser uma prima). Torna-se claro também que a Doutrina da Perpétua Virgindade Mariana não se baseia apenas na Tradição Apostólica, mas também nas Sagradas Escrituras e, por incrível que parece, até em declarações dos principais reformadores protestantes.Fábio Alexandro Sexug
http://redemptionis-sacramentum.blogspot.com/2011/05/virgindade-perpetua-de-maria.html
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