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terça-feira, 4 de maio de 2010

NOSSA SENHORA DA AGONIA

Foi nas vésperas do Natal de 1994, que a imagem de Nossa Senhora da Agonia chegou como um grande presente no o Brasil. Sua entrada solene na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Soledade, emocionou aos que lá estavam e também aos ouvintes da Rádio Itajubá, que participavam da Missa das 19:00 h de domingo. Tudo começou, quando um rico português radicado no Brasil, Sr. Antônio de Lima Costa, nascido em Lanheses - cidade próxima a Viana do Castelo, onde existe um Santuário dedicado à Nossa Senhora da Agonia -, teve a inspiração de trazer para o Brasil, uma réplica da imagem de Portugal, para ser venerada numa Igreja, cujo terreno, no alto de um monte, ele próprio doaria à Diocese. Tão logo se tomou conhecimento da existência desse terreno (mesmo sem a imagem ter chegado a Itajubá), as pessoas começaram a fazer “Vias-Sacras”, saindo da porteira da fazenda do Sr. Costa, seguindo as “estações” por uma estradinha de terra que contorna o monte, sendo rezada a “última estação” no local do futuro Santuário. Só mais tarde, no Brasil, se soube que também em Portugal, tudo começou com uma “Via-Sacra” que, partindo do Convento Franciscano de Santo Antônio, terminava no “Morro da Forca”, onde se rezava a “décima quarta estação” no local que, mais tarde, se construiu a Igreja. A devoção à Nossa Senhora da Agonia em Viana do Castelo é tão fervorosa que, durante três dias, toda a cidade trabalha dia e noite para cobrir de tapetes de flores, o trajeto que Nossa Senhora faz até o mar, onde se realiza uma linda procissão de barcos. Nossa Senhora da Agonia, em Portugal, é protetora dos pescadores, que a Ela confiam as suas “agonias”(lutas) travadas com o mar bravio daquela região e, por isso, não medem esforços para realizar essa maravilhosa festa que recebe, todos os anos, cerca de duzentos e cinqüenta mil romeiros nos três dias de festa: 18, 19 e 20 de agosto (dia de Nossa Senhora da Agonia). Mas, voltemos ao Brasil, onde a imagem de Nossa Senhora da Agonia acabara de chegar após um ano e meio de espera e, ainda, a construção de Seu Santuário nem começara. Ao lado da imagem da Padroeira do Brasil, ela fica então, por mais de um ano, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Soledade, onde ela é venerada por muitas pessoas que começam a alcançar graças e mais graças pela sua intercessão. Começa-se, então, um “sem fim de passeios” com a imagem, que vai em um andor para as praças e garagens de casas, onde são realizadas várias Celebrações Eucarísticas; aliás, a imagem não chega nem a ter um altar, mas é fixada permanentemente no andor, para facilitar a sua locomoção. Enquanto isso, a Comunidade da qual Ela é padroeira começa a crescer e a se fortalecer com suas catequeses em garagens, terços nas casas, novenas nas praças e vias-sacras nas ruas e no Monte do futuro Santuário. Sentiu-se, então, a necessidade de um local, onde a Comunidade pudesse se encontrar e concentrar seus trabalhos, pastorais e movimentos, que foram sendo criados, paulatinamente. A “Igreja-viva” (a mais importante) estava sendo construída rapidamente a olhos vistos, mas a “Igreja-de-pedras” ainda continuava no papel. Foi então que, no dia 19 de maio de 1996, a imagem de Nossa Senhora da Agonia foi entronizada, por ocasião de uma cerimônia de Primeira Comunhão, numa pequena garagem, transformada em Capela Provisória, situada à Rua Prefeito Tigre Maia, em um terreno emprestado por um gentil morador de um dos bairros, que rodeiam o Monte escolhido para ser construído o Santuário. Um ano depois, acontece, também numa Celebração de Primeira Eucaristia, a entronização do Santíssimo Sacramento nessa Capelinha, o que veio a fomentar ainda mais a vida em comunidade e as devoções eucarística e mariana. Uma oração à Nossa Senhora da Agonia, composta por uma carmelita de Pouso Alegre, recebeu aprovação eclesiástica por ocasião de sua primeira festa aqui no Brasil; a partir de então, milhares de estampas da Virgem, contendo essa oração, estão sendo distribuídas por todo o território nacional e até mesmo fora dele. No Natal de 2000, começou-se a transferência da Comunidade para a Colina Sagrada, onde foi construído o “Rincão de São José” , barracão de madeira ao lado da majestosa construção do Santuário. O Santíssimo Sacramento foi trasladado em solene procissão para Sua primorosa Capela que teve a seguir a entronização da imagem da Padroeira. E, ao começar a Semana Santa de 2001, as Celebrações foram todas realizadas no referido Rincão, com sucessivos tríduos, novenas, trintenas, vigílias e adorações noturnas, até que a Santa Missa se tornou diária em todas às 18:30 h, integrando a série de Rosários vespertinos e a Oração das “Mil Ave Marias”, a cada domingo. Destacando-se a Novena da Festa de Nossa Senhora da Agonia, com pregadores convidados e brilhantes celebrações. Dentre alguns fatos que mostram o poder da Mãe de Deus, sob a invocação de Nossa Senhora da Agonia, destacamos um particular; ocorrido quando de sua chegada ao Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. A comitiva designada para trazer a imagem para a cidade de Itajubá, Estado de São Paulo, no Brasil, encontrou grandes embaraços para retirá-la do aeroporto. Além de uma quantia em dinheiro, que não se dispunha na ocasião, foram exigidos documentos que não tinham vindo de Portugal e, por isso, não era possível liberar a imagem. Rezava-se e invocava-se a intercessão de Nossa Senhora da Agonia, quando o principal encarregado pela liberação da preciosa encomenda, na alfândega, apareceu e perguntou ao Sr. Azevedo (português amigo do Sr. Costa, a quem tinha sido outorgada a procuração do nosso pároco, para representá-lo na retirada da imagem): - O senhor é o Padre Tarcísio? - Não, eu sou o seu procurador - respondeu o Sr. Azevedo, com seu sotaque português. - Ainda bem, pois eu não gosto de padres! Mas para o senhor, vou contar o que me aconteceu. Eu sou ateu, não acredito em nada, mas, ao abrir a caixa da mercadoria de vocês, logo que retirei sua tampa e afastei com as mãos, as palhas que protegiam a imagem, apareceu o rosto de Nossa Senhora com aquelas lágrimas... Bem, alguma coisa aconteceu dentro de mim. Quer saber mesmo? Podem levá-La e que Ela nos proteja! E as pessoas da comitiva, alegres, festejaram e agradeceram à Senhora da Agonia pelo seu primeiro “milagre” em terras do Brasil, feito no coração daquele que se dizia ateu. Nossa Senhora em Portugal Existe em Viana do Castelo, Portugal, um Santuário que é dedicado a Nossa Senhora da Agonia e está situado próximo do mar. A Virgem Mãe, foi invocada com o nome de Agonia pelos pescadores daquela cidade, em virtude de estarem tantas vezes em perigo de naufrágio. O mar ali é bravio e quando movido de tufões, atira as embarcações contra uma falésia denominada “Penedo Ladrão”. As famílias dos pescadores, no cais, assistem angustiadas à luta de sobrevivência daqueles homens. De joelhos, elas chamam pela Senhora da Agonia, numa fé comovedora. Lembram-Lhes, os seus maridos, filhos e irmãos, que além do amor que lhes votam, são o vosso sustento. Os pescadores da costa marítima nortenha, ali, vão implorar ou agradecer as vidas, que Esta Virgem Mãe lhes consegue. Desde 1700, data da construção do Santuário, em Portugal, as peregrinações foram se sucedendo e aumentando de ano para ano. Assim, deram início aos grandes festejos da Senhora da Agonia. Tão notável se tornou essa festa, que de muitas nações da Europa se desloca muita gente para Viana do Castelo. Não vem só para implorar à Senhora, mas como turismo, assistindo aos fogos maravilhosos dos pirotécnicos vianenses que, orgulhosamente, na sua terra os ostentam. Estão, em primeiro plano, as cerimônias religiosas, que incluem uma Procissão marítima em louvor a Senhora da Agonia, organizada por pescadores. É encantadora, original e comovente. Efetuam-se as grandes touradas, atraindo especialmente as pessoas de origem espanhola, que animam com vivacidade e alegria, toda a cidade. Embora sejam divertimentos que não traduzem devoção, no entanto, quem vai até lá, não deixa de visitar o Santuário, rezar e homenagear a Virgem, que assumindo diversos nomes, é sempre a mesma e ''Grande Mãe''. Sobre o título "AGONIA". Pode-se acreditar que a devoção à “Nossa Senhora da Agonia,” está, estreitamente, ligada ao poema que Jacopone de Todi dedicou à Mãe de Jesus, na sua agonia aliada à agonia de Cristo na Cruz. Agonia, no seu sentido primitivo, significa aquela luta "angustiante" entre os gladiadores, diante da multidão ululante, sedenta de sangue. A vitória de um deles, era a garantia da vida, que estava em jogo, numa luta, sem quartel, onde a morte de um, seria a sobrevivência e a vitória do outro. Daí, a extensão do seu sentido à luta do moribundo contra a morte eminente. Indo mais além, à angústia diante do sofrimento, que parece não ser possível de ser superado. Jacopone de Todi, nascido em 1228, de família ilustre, se casou com uma mulher muito rica e viveu uma vida bastante mundana. Em 1268, repentinamente faleceu sua esposa e sua vida mudou inteiramente. Vendeu tudo o que tinha e deu aos pobres e tornou-se religioso, mas não chegou ao sacerdócio. O amor divino tocou-lhe tanto o coração, que o fazia chorar constantemente: “Choro, dizia ele, porque este Amor não é amado!” E essa luta pelo amor de Deus, levou-o a lhe inspirar os mais belos poemas em louvor às dores da Virgem ao pé da Cruz. Dores estas que ele mesmo sentia na luta para alcançar a paz e a salvação da sua alma. “Stabat Mater Dolorosa” é um poema de 20 estrofes, onde o autor canta a luta angustiante de Maria, diante do sofrimento, da luta e da morte de seu Filho Jesus, pela nossa salvação. Por um homem, entrou a morte no mundo, por outro Homem, a morte e o pecado foram vencidos, numa luta ingente de agonia e de aparente fracasso de um Deus, que assumindo a condição humana, nessa arena do mundo perdido pelo pecado, salvou a humanidade. As 6 primeiras estrofes (as estrofes 1 a 4 e 7 e 8 do texto original) expõem a grande agonia de Maria, ao pé da cruz; as estrofes 5 e 6, no original, são uma transição da dor da Mãe, para nós filhos. “Quis est homo qui non fleret...”(Pobre Mãe tão, desolada, ao vê-la assim transpassada, quem de dor não choraria?)“Quis non posset contristari...”(Quem não se contristaria, ao contemplar a Mãe de Cristo, ante a uma tal agonia?”) As 12 outras estrofes são fervorosas preces à Mãe das Dores: “Eia, Mater, fons amoris... (“Ó Mãe, fazei com que me compartilhe vossa dor e a dor do Vosso Filho, que me garanta, assim, uma feliz eternidade”). Seria preciso insistir sobre a beleza desse poema tão comovente? Que evocação tão solene, nestas primeiras palavras: “Estava a Mãe dolorosa, junto à Cruz lacrimosa, diante do Filho que dela pendia”. É aquela Mãe, tão cheia de maravilhosa ternura! Ela, ao pé daquele instrumento de suplício, de onde pende o seu Filho, acabrunhada de dores, mantém-se firme de pé. Há, quem critique o epíteto “Dolorosa” e as lágrimas da Mãe. Ao contrário, há aqueles que criticam a palavra “Stabat”(estava de pé) e a atitude firme e enérgica da Virgem! Que pensar disso? Será que os primeiros; quereriam uma Mãe, que, em semelhante circunstância, não sentisse na alma essa dor? Certamente não seria ela mais uma Mãe; não a compreenderíamos e jamais ela poderia ser para nós o modelo de quem sofre! E os outros; será que estariam esquecidos de que, fortificada por uma graça especial e associada ao suplício de seu Divino Filho, a Virgem Maria, embora acabrunhada das mais acerbas dores, não poderia permanecer firme e corajosa? Nem insensibilidade, nem fraqueza, nem firmeza, nem desmaio. Maria devia estar assim, “de pé”, “dolorosa”, para sua própria glória e para nosso ensinamento. Ao levar em conta o que ensina esse poema, é um mistério do nosso resgate, pelos sofrimentos de Jesus e de Maria, aos quais devemos nos associar com os nossos próprios sofrimentos. Na monotonia dolente das palavras e da melodia, o autor toca as íntimas cordas da sensibilidade do nosso ser, levando-nos a ouvir a comovente queixa, apresentada de uma maneira ingênua e cativante, por meio de frases que expressam o drama mais agudo que o mundo já viu, despertando em nós, emoção, compaixão e sacrifícios. História da Paixão de Jesus e da Compaixão e Agonia da Virgem. História da Redenção: Falas e apelos expressos em estrofes monótonas que vão se escorrendo como lágrimas. Canto ou prece que jamais haverá de cessar de comover e, ao mesmo tempo, de consolar, de fortificar e de elevar as almas, que na Sexta-feira Santa e na Festa da Virgem das dores, revivem o drama do Calvário. Nas duas últimas estrofes, o autor apela a Cristo e sua Mãe: que lhe dêem, a ele e a todos, a glória do Paraíso. “Vindo, Ó Cristo, minha hora, Pela Mãe, me venha agora A palma da vitória” “Quando o meu corpo deixar de viver, Faze minh’alma receber a glória do paraíso. Amém! Aleluia!” Assim, a luta se finda e a vida triunfa! Seria a devoção à Nossa Senhora da Agonia idêntica à da Nossa Senhora da Soledade? Talvez só na aparência. Na realidade, porém, há uma grande diferença. Na devoção à Nossa Senhora da Soledade, o enfoque se dá na Solidão da Virgem, diante do bem supremo que lhe é tirado, embora por pouco tempo; enquanto que, na devoção à Nossa Senhora da Agonia, o enfoque se concentra "na luta" da Mãe e do Filho, que se põe nas mãos de Deus, no total despojamento de si mesmos, para que a humanidade sobreviva na esperança da salvação, pelos méritos do Filho, que o Pai não quis poupar, para que nós fôssemos poupados. Novena em louvor a Nossa Senhora da Agonia A Novena é um tempo forte de oração, em que durante nove dias suplicamos ou elevamos nossa ação de graças a Deus. Os devotos de Maria celebram, com muita confiança e fervor, as novenas de suas festividades. E, durante elas, a Santíssima Virgem lhes dispensa, com muito amor, graças inúmeras e especialíssimas. • Nesse período de oração mais intensa, devemos nos esforçar para aprofundarmos a nossa vida cristã com uma decisão pessoal de conversão, vivendo a verdadeira caridade, não só dentro de nossas famílias, como também na comunidade e no nosso ambiente de trabalho. • A Novena deve nos levar à Comunhão freqüente, se possível diária, pois nada existe de mais agradável e precioso aos olhos da Santíssima Virgem, do que ver seus filhos recebendo dignamente Jesus, através da Santa Eucaristia, que é o centro e a fonte da graça. • Nesse esforço de conversão, durante a Novena, é muito importante assumir o propósito de se corrigir de algum defeito mais acentuado, pedindo perdão a Deus das culpas passadas e procurando o sacramento da Confissão. • Deve-se também, durante este tempo de oração, impor-se alguma mortificação exterior, como jejum ou abstinência. São muito importantes também as mortificações interiores, tais como abster-se de ver e ouvir curiosidades, servir-se da prática de retiro, de silêncio, de obediência, evitar a impaciência nas respostas, suportar as contrariedades e outros exercícios piedosos. • Será muito agradável a Deus, se durante esses nove dias, nos aprofundarmos na imitação das virtudes de Maria, tais como a pureza, a humildade, a caridade, a obediência, o desapego das coisas do mundo, procurando viver, a cada dia, a santidade. 1º DIA Eis-me diante de Vós, ó Santa Mãe de Deus, Mãe Fortíssima que Vos comprazeis em ser invocada como a SENHORA DA AGONIA. Convosco me coloco aos pés da Cruz, onde Jesus, com Suas palavras divinas, nos estertores da morte, fez de Vós o nosso último dom: - “EIS TUA MÃE”. Não posso esquecer jamais esse dom precioso. Sois minha Mãe, minha Mãe Querida, e bem sabeis o motivo que me leva a começar hoje essa novena de orações. Conheceis minhas necessidades, minhas misérias e humilhações, meus medos e angústias; vinde então depressa em meu socorro! Vinde também em meu auxilio, ó Santo Apóstolo João, pequeno e corajoso discípulo, amigo sincero de Jesus, que não O traístes, nem O negastes, nem fugistes como os outros, mas estivestes com Maria aos pés de Sua Cruz. Ó discípulo predileto, dignai-Vos rezar, juntamente comigo, estes nove dias e ensinai-me a abrir as portas do meu coração e do meu lar a esta Santa Mãe, que quer ensinar-nos a fazer a vontade de Deus, mostrando-nos que os planos divinos são sempre mais belos e perfeitos que os nossos próprios. Por isso, Poderosa Rainha, renuncio a minha vontade e dou-a inteiramente a Vós. Ó Senhora da Agonia, sabendo que são muitos os que têm recorrido a Vós com confiança e têm sido por Vós beneficiados, sinto em mim uma nova esperança, um forte desejo de invocar Vosso socorro, e uma certeza de que não serei eu, a única criatura a ser por Vós desamparada. Nossa Senhora da Agonia, eu confio em Vós! Ave-Maria e 3 x Glória 2º DIA Eu Vos saúdo Santíssima Virgem, Rainha dos Mártires, Senhora da Agonia. Que os Anjos do Paraíso, os Santos Apóstolos e todos os Mártires, por mim, louvem e agradeçam a Deus que Vos constituiu Refúgio dos Perdidos e Esperança dos Miseráveis, dando, assim, até aos mais desesperados a esperança de salvação. Ó Senhora da Agonia, Vós quisestes demonstrar o imenso anseio que tendes em socorrer os mais degradados pecadores, quando escolhestes para edificar o Vosso Templo em Portugal, o antigo Morro da Forca, que tal como o Calvário, servia para supliciar os condenados à pena de morte. E, de lá do Vosso trono, exercendo Vosso ofício de Advogada dos Pecadores, abristes o Vosso dulcíssimo coração à dor de todos os Vossos filhos. Que sobre mim também repouse o olhar da Vossa misericórdia! Não digais que minha causa é muito difícil de ganhar, pois sei que Deus sempre ouve a Vossa oração, porque Vos quis junto de Seu Filho, unida a Ele para sempre. Eu me entrego a Vós, na confiança de que não ficarei decepcionado (a) em minha súplica. Nossa Senhora da Agonia, rogai por nós! Ave-Maria e 3 x Glória 3º DIA Eu Vos saúdo, Mãe Dolorosa, Alívio dos Aflitos, Senhora da Agonia. Sejam benditas, ó Estrela do Mar, as Vossas mãos que alcançam de Deus e distribuem aos homens tantas graças, milagres e prodígios em benefício da salvação do mundo. Vós que, em terra de pescadores, sois a protetora dos que vivem a desbravar o mar, tomai também o leme do barco da minha vida que está a sossobrar. Vós sois a ajuda poderosa, que Deus oferece a toda a humanidade, a fim de levá-la a retomar o caminho do bem, da verdade e do amor. Abandono-me, então, às correntes da Vossa misericórdia, abro-Vos o meu coração e em meio às fadigas, ao tumulto e às lutas de minha vida, eu busco-Vos, chamo-Vos e rogo-Vos que me alcanceis a graça de que tanto necessito. Nossa Senhora da Agonia, socorrei-me sem demora! Ave-Maria e 3 x Glória 4º DIA Eu Vos saúdo, Mãe das Angústias, Virgem Poderosa, Senhora da Agonia. Que Vos bendiga toda a multidão de Vossos devotos da terra inteira, que bem sabem do poder que Deus deu a Vós, Mãe de Misericórdia, para cuidar da nossa salvação. Ó Senhora da Agonia, Vós que, no meio da noite escura, dáveis no Vosso monte, um sinal de luz, mostrando a direção da terra firme aos náufragos, que sem nada enxergar, tentavam sair das águas salgadas do abismo, resplandecei também para mim. Deixai que a Vossa claridade penetre agora as minhas trevas. Tornai viva a luz da Vossa presença. Coloco minha vida em Vossas mãos e, na escuridão da noite em que me encontro, ergo os meus braços para Vós, buscando-Vos, chamando-Vos e rogando-Vos que me alcanceis a graça que tanto espero. Nossa Senhora da Agonia, eu me entrego confiante a Vós! Ave-Maria e 3 x Glória 5º DIA Eu Vos saúdo, Mãe do Criador, Virgem digna de todo o louvor, Senhora da Agonia. Seja sempre exaltada a infinita bondade de Deus, que Vos constituiu a Tesoureira de Seus Bens e a Despenseira de Suas Graças, para que pudésseis ajudar Vossos filhos a entrarem no caminho estreito que leva à salvação. Ó Senhora da Agonia, Vós, com este título, ficastes por quase dois séculos reinando somente em Portugal, dignando-Vos depois, trazer Vosso trono também para o Brasil. Da cidade de Itajubá levantastes então, a Vossa voz poderosa para chamar de todos os pontos do país os Vossos filhos e devotos para Vos construírem um Santuário. Ó Senhora de Todos os Povos, eu escuto Vosso chamado e acredito nos Vossos convites, acolho as Vossas mensagens e olho para os Vossos sinais. Sei que quereis me consolar, por isso, na angústia em que me encontro, dobro meus joelhos, buscando-Vos, chamando-Vos e rogando-Vos para que me alcanceis a graça que tanto almejo. Nossa Senhora da Agonia, ajudai-me sem demora! Ave-Maria e 3 x Glória 6º DIA Eu Vos saúdo, Mãe da Solidão, Refúgio dos Abandonados, Senhora da Agonia. Sejam benditas as Vossas vitórias, Rainha elevada ao Céu; que todos os povos Vos proclamem Bem-Aventurada, porque o Senhor fez em Vós maravilhas! Ó Rainha dos Mártires, Vós tivestes o título de “Soledade” trocado por “Agonia” pelos navegantes portugueses que Vos rogavam agoniados do alto-mar, para que conseguissem ultrapassar a barreira das ondas terríveis das tempestades do oceano e chegassem vivos à terra. Mas agora, atravessando o Atlântico, (ó mistério insondável) viestes com o nome de Nossa Senhora da Agonia para uma terra, cuja padroeira é Nossa Senhora da Soledade. Entrego-me à força deste mistério e deposito o meu futuro em Vossas mãos. Ajudai-me a vencer as barreiras que o meu próprio egoísmo e falta de confiança ergueram e que me impedem de chegar ao porto seguro da salvação que é Jesus. Levanto meus olhos para Vós, Senhora dos Mares, e no meio das tempestades que estão me submergindo eu busco-Vos, chamo-Vos e rogo-Vos que me alcanceis a graça de que tanto preciso. Nossa Senhora da Agonia, vinde em meu auxílio! Ave-Maria e 3 x Glória 7º DIA Eu Vos saúdo, Rainha das Vitórias, Socorro dos Cristãos, Senhora da Agonia. Bendito seja Deus que concedeu a Vós um tão grande poder sobre os demônios, que estes temem mais um só de Vossos suspiros em favor de uma pessoa do que a oração de todos os santos. Suspirai por mim, ó Senhora da Agonia! Vós, que surgistes em nossos dias com o poder deste Vosso título, triunfando sobre a potestade inimiga e subjugando-a sob o Vosso Nome, dissipai suas tramas infernais e guardai-me em Vosso Coração Imaculado. Coloco em Vós toda minha confiança, ó Refúgio dos Pecadores. Tende compaixão de mim, livrai minha alma da opressão causada pelo peso dos meus pecados. No meio das tribulações em que me encontro, eu busco-Vos, chamo-Vos e rogo-Vos para que me alcanceis a graça que insistentemente Vos peço. Nossa Senhora da Agonia, sede meu refúgio e proteção! Ave-Maria e 3 x Glória 8º DIA Eu Vos saúdo Maria, Porta da Vida, Mãe de Todas as Graças, Senhora da Agonia. Salve, Mãe de Piedade, minha Mãe Amada. Mil graças rendo a Deus, que criou em Vós um verdadeiro e vivo coração de mãe que transborda continuamente de amor e de dor por seus filhos. Ó Senhora da Agonia, Vossos filhos quiseram construir para Vós uma igreja num outro lugar, que não aquele escolhido por Deus, desde todo sempre, para que ali fosse edificado um Santuário em Vossa honra. Mas Vós, ó Mãe Paciente, chamastes a atenção das pessoas para aquele Monte Santo, do qual estais hoje a espalhar por toda parte os tesouros da misericórdia divina. Colocai-me também entre os filhos de Vossa predileção, ó Virgem Fiel; inclinai-Vos para mim com paciência e bondade. Levantai-me para que eu possa caminhar sem medo, pois é com confiança que eu busco-Vos, chamo-Vos e rogo-Vos que me alcanceis a graça de que tanto necessito. Nossa Senhora da Agonia, compadecei-Vos de mim! Ave-Maria e 3 x Glória 9º DIA Ó Virgem Imaculada e Bendita, Santíssima Virgem Maria, Senhora da Agonia, é com o coração cheio de confiança e a alma compenetrada da mais viva gratidão que hoje encerro a minha novena, na qual ergui a Vós minhas súplicas, comuniquei a Vós meus segredos, contei a Vós as minhas desventuras e descobri diante de Vós as minhas chagas. Dou graças ao meu Deus que me fez compreender que aquele que recorreu a Vós já pode ter a certeza de ter sido atendido. Por Vossas preces, ó Mãe Clemente, a graça do Senhor me visitou. Feliz a casa onde entra a Mãe de Deus! Quero agora celebrar-Vos por toda a parte e ver-Vos amada pelo mundo inteiro. Quero ainda, de modo muito especial, entregar-me ao Vosso serviço. Recebei-me no número dos Vossos devotos. À Vossa soberania consagro o meu passado, presente e futuro. Governai-me, assisti-me em todas as minhas ações, palavras e pensamentos, para que eu nunca mais ofenda a Jesus. Ó minha Rainha e minha Mãe, não deixeis de volver os Vossos olhos misericordiosos sobre todos aqueles que Deus me deu ao longo da minha vida, sobre a nossa Nação e sobre toda a Santa Igreja. Ficai sempre comigo e não me abandoneis na hora da minha morte. Amém. Nossa Senhora da Agonia, eu me consagro a Vós! Ave-Maria e 3 x G Oração à Nossa Senhora da Agonia Ó Maria, Rainha dos Mártires, SENHORA DA AGONIA, Vós que permanecestes de pé junto à Cruz de Vosso Divino Filho JESUS e, às Suas palavras: - “Mulher, eis aí o Teu filho”- “Filho, eis aí Tua Mãe”, - tornastes-Vos nossa MÃE; acolhei, com bondade, nossa prece filial. Ó Senhora da Agonia, assim como o discípulo acolheu-Vos em sua casa, também nós queremos abrir-Vos as portas de nossos corações, de nossos lares, CONSAGRANDO-VOS toda a nossa vida: passada, presente e futura. Exercei, pois, Vossa função de Mãe, ensinando-nos a viver, em todos os momentos, a vontade de Deus, levando-nos, assim, a imitar o Vosso ''SIM'' de Nazaré, que culminou com o ''SIM'' do Calvário. Vinde, ó Mãe, em socorro de nossas angústias, não permitindo que nos desviemos do caminho do bem, da verdade, do amor! Conduzi nossas vidas ao porto seguro da salvação, que é JESUS! Ousando somar nossas agonias às Vossas, diante desta dificuldade... (dizer o pedido), recorremos à Vossa maternal proteção, com a confiança de que não ficaremos decepcionados em nossas súplicas. Amém.
Nossa Senhora da Agonia, rogai por nós!ROSE PESQUISOU/ www.cancaonova.com/...agonia/materias.php?id...

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